sábado, 23 de março de 2013

Veja os principais momentos da trajetória política de Hugo Chávez


O presidente venezuelano, Hugo Chávez, morreu após uma longa luta contra o câncer. Veja a seguir os principais fatos de sua trajetória política.
Veja os momentos que marcaram sua carreira política:
- 4 de fevereiro de 1992: O tenente-coronel Hugo Chávez fracassa em uma tentativa de golpe de Estado contra o presidente Carlos Andrés Pérez. Após permanecer dois anos na prisão, o então presidente Rafael Caldera concede anistia a Chávez.
- 6 de dezembro de 1998: Chávez vence as eleições presidenciais com 56% dos votos.
- 2 de fevereiro de 1999: Chávez assume a presidência e convoca um referendo para designar uma Assembleia Constituinte com a missão de escrever uma nova Carta Magna, que foi aprovada em 15 de dezembro em um plebiscito com mais de 70% dos votos.
- 30 de julho de 2000:  Chávez, cumprindo o previsto na nova Constituição, convoca eleições e é reeleito com 56,9% dos votos.
- 10 de dezembro de 2001: O presidente enfrenta sua primeira greve nacional, convocada por empresários e apoiada pela maior central sindical, contra leis consideradas confiscatórias.
- 11 de abril de 2002: O alto comando das Forças Armadas venezuelanas derrota Chávez, após um confronto nas imediações do Palácio presidencial de Miraflores que terminou com 19 mortos. O incidente ocorreu depois de uma grande manifestação em Caracas, convocada pelo setor empresarial e pela maior confederação de trabalhadores, para exigir a renúncia do presidente. A manifestação é desviada por dirigentes opositores para o Palácio presidencial, o que provocou o confronto.
- 12 de abril de 2002: O líder empresarial Pedro Carmona assume o poder e dissolve os poderes do Estado.
- 13 de abril de 2002: Chávez é restituído à presidência por militares leais e por uma enorme mobilização popular.
- 2 de dezembro de 2002:  Tem início uma greve petroleira com o objetivo de tirar Chávez do poder.
- 15 de agosto de 2004:  Chávez vence com 59% dos votos um referendo revocatório convocado pela oposição para destituí-lo.
- 4 de dezembro de 2005: A oposição decide boicotar as eleições parlamentares e o chavismo conquista todas as cadeiras da Assembleia Nacional.
- 3 de dezembro de 2006:  Chávez é reeleito presidente com 62% dos votos.
- 2 de dezembro de 2007: Uma reforma da Constituição proposta por Chávez, que inclui a reeleição ilimitada, é rejeitada em referendo.
- 23 de novembro de 2008: O chavismo vence as eleições regionais e municipais, mas perde nos Estados mais populosos e em Caracas.
- 14 de janeiro de 2009: A Assembleia Nacional aprova uma emenda à Constituição, que permite a reeleição indefinida do presidente.
- 15 de janeiro de 2009:  A emenda é aprovada em referendo.
- 26 de setembro de 2010: A oposição dividida obtém mais votos nas eleições legislativas, mas os governistas conquistam 60% das cadeiras do Parlamento.
- 30 de junho de 2011: Em uma mensagem à nação, Chávez afirma que foi operado em Cuba de um tumor cancerígeno.
- 20 de outubro de 2011: Chávez diz estar curado de câncer, após passar por tratamento de quimioterapia.
- 26 de fevereiro de 2012: Chávez é operado de um novo tumor na mesma região de onde foi retirado o primeiro. De março a maio, é submetido a um tratamento de radioterapia em Cuba, que o faz se retirar da vida pública.
- 9 de julho de 2012: Chávez assegura que está "totalmente livre" do câncer.
- 31 de julho:  O presidente assina em Brasília a entrada da Venezuela no Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai (suspenso) e Uruguai).
- 9 de dezembro: Chávez anuncia retorno do câncer e declara vice Nicolás Maduro como seu potencial sucessor .
- 11 de dezembro: É submetido à quarta cirurgia relativa ao câncer.
- 18 de fevereiro de 2013: Vindo de Cuba, Chávez retorna a Caracas para continuar tratamento contra câncer em hospital militar.
- 5 de março: Chávez morre em Caracas aos 58 anos.
Com AFP

terça-feira, 12 de março de 2013

Lista de Geologia

Ai rapaziada!!!! muitas listas esse ano...
se tudo der certo semana que vem tem outra

Lista de exercícios geologia

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segunda-feira, 11 de março de 2013

Inscrições para vestibular de inverno da Unesp começam em 8 de abril; veja calendário


As inscrições para o vestibular 2013 de inverno da Unesp (Universidade Estadual Paulista) serão realizadas entre os dias 8 de abril e 8 de maio, pelo site www.vunesp.com.br. As datas do processo foram divulgadas nesta segunda-feira (11). 
Os pedidos de isenção e redução de taxa serão aceitos entre os dias 8 e 18 de abril. Segundo a Vunesp (Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista), as informações sobre os procedimentos para os benefícios, relação de vagas e normas do vestibular serão divulgadas em breve. 
O vestibular será realizado em duas fases. A primeira etapa acontece no dia 26 de maio, com a prova de conhecimentos gerais. A lista dos convocados para a segunda fase será liberada em 10 de junho. Os aprovados farão a prova de conhecimentos específicos e redação, com questões dissertativas, nos dias 22 e 23 de junho
A previsão é que o resultado final seja publicado no dia 15 de julho. Todos os candidatos classificados deverão declarar interesse por vaga nos dias 16 e 17 de julho. As três chamadas estão marcadas para os dias 19 e 26 de julho e 2 de agosto, respectivamente.
Veja as datas divulgadas: 
  • Período de inscrição: 8 de abril a 8 de maio
  • Pedidos de isenção: 8 a 18 de abril
  • Primeira fase: 26 de maio 
  • Aprovados na primeira fase: 10 de junho
  • Segunda fase: 22 e 23 de junho
  • Resultado final: 15 de julho 
  • Declaração de interesse por vaga - para todos os candidatos: 16 e 17 de julho
  • Primeira chamada: 19 de julho 
  • Segunda chamada: 26 de julho 
  • Terceira chamada: 2 de agosto 

As informaçoes foram fornecidas pela instituiçao e podem ser alteradas por ela sem aviso prévio. É recomendável confirmar datas e horários no site oficial.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Brasil: destino dos novos imigrantes


Crescimento econômico, setor petroquímico em alta, a chegada de grandes empresas e a crise europeia tornam o País um dos rumos nesse novo ciclo migratório internacional

Maurício Barroso
Diferentes períodos migratórios formaram a cultura brasileira, processo que teve início em 1534 com a divisão do território em capitanias hereditárias e ganhou força em 1549 com a criação do governo-geral e a capital da colônia em Salvador, situação que atraiu muitos portugueses para aquela região. O movimento lusitano ainda era pequeno, mas cresceu e atingiu números expressivos no século XVIII. Entraram, só em Minas Gerais, nos primeiros cinquenta anos daquele século aproximadamente 900.000 pessoas e, de acordo com historiadores, no mesmo século, aconteceu outro movimento migratório, o de açorianos para Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Amazônia.
Entre os séculos XVI até o XIX, o tráfico negreiro contribuiu, mesmo que de maneira espúria, para o desenvolvimento populacional e econômico do Brasil. Mais tarde, mesmo a proibição da entrada de estrangeiros pela legislação portuguesa no período colonial não impediu que os espanhóis desembarcassem por aqui entre os anos de 1580 e 1640 (período no qual as coroas estiveram unidas). Naquele mesmo tempo chegavam em terras brasileiras os judeus, ingleses, franceses e holandeses. Junto deles viajam com interesse antropológico alguns cientistas, missionários e, até os lendários piratas Ingleses.
A partir dos anos de 1800, o ciclo migratório para o Brasil se intensi­ficou. Tendo dois marcos responsáveis, a Indedestino pendência em 1822 e a abolição da escravatura em 1888, o primeiro fato fez com que o País abrisse os portos a nações amigas, numa tentativa fracassada de criar pequenas propriedades rurais, mas que foi sufocada pelo latifúndio e a escravidão. Somente após a abolição entraram no Brasil mais de 1,4 milhão de estrangeiros, o dobro do número de entradas nos oitenta anos anteriores (1808-1888).
SÉCULOS 20 E 21
O século passado foi um período conturbado da história mundial, vide as duas guerras mundiais, recuperação europeia pós-guerra e crise japonesa. Cenário que torna o ciclo migratório irregular, mas que é responsável, por exemplo, pela entrada maciça de nipônicos na cidade de São Paulo. De lá para cá a chegada de alemães, italianos e outros povos europeus que se reuniam em colônias e formaram cidades bem conhecidas na região sul e sudeste do Brasil.
No início deste século (21) o Brasil entra novamente na rota da imigração, devido ao crescimento econômico, setor petroquímico em alta e a chegada de grandes empresas no País tornaram o Brasil a bola da vez neste novo ciclo, seja pela entrada trabalhadores estadunidenses, europeus e asiáticos ou a chegada dos vizinhos da América do Sul. O País virou a terra da oportunidade também para os jovens espanhóis e portugueses que não conseguem emprego em seus países devido à crise naquela região.
Os números impressionam. Segundo dados do Censo 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geogra­ a e Estatística (IBGE), o crescimento de estrangeiros que vivem em terras brasileiras subiu 86,7% em dez anos. Naquele ano o País abrigava 286.468 imigrantes internacionais — que vieram de outros países e moravam no Brasil há pelo menos cinco anos. Em 2000 esse número era de 143.644 imigrantes.
O estudo revelou que os principais destinos dos estrangeiros foram São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás. Outra informação interessante foi a volta de brasileiros ao País. De acordo com o Censo 2010, 174.597 retornaram ao Brasil.
BALANÇO
A Coordenação Geral de Imigração (CGig), órgão ligado ao MTE, mostra em seu balanço que 56.006 pro­ ssionais estrangeiros foram autorizados a trabalhar no Brasil em 2010. Deste total, 53.441 foram autorizações de caráter temporário, com estada no País de até dois anos. Em 2009, foram 42.914 autorizações de trabalho concedidas.

Para o Coordenador Geral de Imigração do MTE, Paulo Sérgio de Almeida, o aumento do número dessas autorizações, desde 2006, está relacionado aos crescentes investimentos no Brasil, especialmente nos setores industrial, óleo, gás e energia. “Isso está caracterizado pela aquisição de equipamentos no exterior e implantação no País de novas empresas de capital estrangeiro. No setor industrial, por exemplo, o aumento representa a expansão do nosso parque industrial, bem como a modernização e a implantação de novas indústrias”, comenta Almeida que explica que a aquisição de equipamentos e tecnologia no exterior demanda a vinda de profissionais especializados na supervisão de montagem e da execução de etapas mais sensíveis no processo de implantação desses equipamentos e para transferência de tecnologia.
 “MÃO DE OBRA” ESPECIALIZADA
De acordo com o coordenador do órgão, o setor de óleo e gás (exploração de petróleo e gás na plataforma continental brasileira) foi o principal responsável pelas autorizações. O setor demandou a vinda do exterior de equipamentos so­fisticados como os navios do tipo sonda, plataformas de perfuração, navios para aquisição de dados geofísicos, dentre outros. “Ao ingressarem no País, estes navios e plataformas estrangeiros, com tripulação estrangeira, acabam por incorporar pro­fissionais brasileiros as suas tripulações ao longo do tempo de sua permanência nas águas brasileiras”, observou.
O estudo mostra que entre os pro­ ssionais estrangeiros autorizados a trabalhar temporariamente no Brasil, 15.206 estavam relacionados ao trabalho a bordo de embarcação ou plataforma estrangeira. Houve também um grande aumento no número de autorizações para tripulantes estrangeiros que vem a bordo de embarcações de turismo de fora. De acordo com o levantamento, este setor teve forte crescimento no país nos últimos anos e, por conta disso, crescimento exponencial no número de vistos concedidos - saltou do patamar de algumas centenas para mais de 8.000 vistos/ano em 2008 e 2009, e para perto de 13.000 vistos em 2010. “Também, neste caso, há um percentual obrigatório de brasileiros que essas embarcações devem ter a bordo. De todo modo, o setor industrial e da prestação de serviços são os que mais demandam a vinda de profissionais estrangeiros”, avaliou Almeida.
Quanto às autorizações permanentes, a maioria foi concedida para administradores, diretores, gerentes e executivos com poderes de gestão e concomitância, num total de 1.218. Investidores pessoa física somaram 848 autorizações em 2010.
ARTISTAS
Outro ponto relevante ficou por conta da expansão no número de artistas estrangeiros para shows no Brasil: foram 1.853 autorizações a mais do que em 2009, aumento de 28%. Além disso, cresceu o número de profissionais estrangeiros para trabalho a bordo de navios e plataformas estrangeiras em operação no Brasil (exploração e produção de petróleo): foram 1.835 autorizações a mais do que em 2009 - aumento de 13,7%.
Também houve evolução no número de profissionais estrangeiros para instalação de máquinas e equipamentos, assistência técnica e transferência de tecnologia: foram mais 2.222 estrangeiros com estada até 90 dias (aumento de 38% sobre 2009). Do total, cerca de 20% referem-se a atividades ligadas à indústria da exploração e produção do petróleo.
O número de profissionais com vínculo de emprego no Brasil, em sua maioria, ligados a atividades gerenciais em empresas de origem estrangeira instaladas no Brasil também cresceu. Foram mais 1.061 estrangeiros, um aumento de 43%.
O estado de São Paulo teve a maior concentração de autorizações concedidas, passando de 18.285 em 2009 para 25.550 em 2010. O Rio de Janeiro é o segundo da lista, passando de 18.956 para 22.371 solicitações de visto de trabalho. Minas Gerais manteve-se na terceira colocação com 2.644; Amazonas, 1.164 e, e Paraná, 1.035.
ESTADUNIDENSES E ARGENTINOS
Por país de origem, os norte-americanos foram os que mais solicitaram autorizações de trabalho. Foram 7.550 em 2010, contra 5.590 no ano anterior. Já dentre os países que compõem o Mercosul, os argentinos são os que mais solicitam autorizações de trabalho no Brasil. Em 2010, foram 644 concessões para trabalhadores desta naturalidade. Venezuela (562), Chile (383), Bolívia (90), Uruguai (66) e Paraguai (28) completam a lista.
Para Almeida, além de transferir seus conhecimentos aos brasileiros, esses profissionais contribuem para a geração de mão de obra nacional nas novas indústrias e atividades econômicas que ajudam a implementar. Muitos desses profissionais estrangeiros também vêm ao Brasil para compor o quadro inicial de novas empresas estrangeiras recém-instaladas no Brasil. “São, muitas vezes, responsáveis pela implantação do negócio e, depois de algum tempo, retornam a seus países de origem”, observa. 
ILEGAIS E REFUGIADOS
No outro lado da moeda estão os estrangeiros ilegais e refugiados que não entram nas estatísticas do IBGE, mas informações do Governo Federal e de ONGs estimam que haja de 60 mil a 300 mil estrangeiros em situação irregular no Brasil, sendo sua maioria de latino-americanos, chineses e africanos.
De acordo com editor da “Travessia – Revista do Migrante” e assessor da diretoria do Centro de Estudos Migratórios / Missão Paz de São Paulo, Dirceu Cutti , desde o ­ nal do século XX começaram a chegar refugiados e imigrantes do continente africano. “A Casa do Migrante, da Missão Paz, é um micro espaço revelador do que vem ocorrendo: inaugurada em 1978, com capacidade para 100 pessoas/ dia, acolheu, até 1998, uma média anual de 5% de imigrantes”, conta Cutti, e observa que este percentual cresceu para 25% em 2002; 50% em 2004; 70% em 2008 e praticamente a 100% a partir de 2010.
Sobre o novo ciclo migratório internacional, Cutti acredita que o Brasil vive uma dicotomia porque se a melhora da economia traz mão de obra qualificada, por outro lado os pobres também veem aqui uma chance de começar ou recomeçar a vida. “Nós, da Missão Paz, que atuamos junto a esses novos imigrantes, presenciamos claramente que nós (brasileiros) somos marcados por duas atitudes opostas: acolhedores, mas preconceituosos também”, analisa o assessor, e lembra que os ilegais são recebidos, muitas vezes, com preconceito, intolerância, rejeição e xenofobia.
NOVA LEI E TRÁFICO DE PESSOAS
Há três anos tramita no Congresso Nacional uma nova lei de imigração, que para especialistas deve incluir a adoção de políticas como o oferecimento de cursos de português e a capacitação para o mercado de trabalho. De acordo com a legislação que o governo pretende aprovar, estrangeiros poderão requerer vistos permanentes a qualquer momento. Pela lei atual, é preciso fazer um requerimento antes de chegar ao Brasil, por meio dos consulados brasileiros.
Atualmente a permanência de estrangeiros no País ainda é regida pelo Estatuto do Estrangeiro, instituído em 1980, sob a ótica da Lei de Segurança Nacional.
No segundo semestre de 2012, a deputada federal e presidente da Comissão das Relações Exteriores do Congresso brasileiro, Perpétua Almeida, denunciou que as redes de tráfico de pessoas envolvendo haitianos com destino ao Brasil continuam operando intensamente na fronteira com o Peru. De acordo com a deputada, naquele momento existia 216 haitianos à espera de um visto para permanecer legalmente no Brasil.
As autoridades brasileiras calculam que, desde o terremoto de 2010 no Haiti, cerca de 2,6 mil pessoas procedentes do país da América Central chegaram ao Brasil através de rotas amazônicas, seja pelo Peru ou pela Bolívia. Muitos desses imigrantes, aproximadamente 2,4 mil, receberam vistos de trabalho do governo federal, que ainda destinou R$ 900 mil reais à assistência do grupo. De acordo com dados da Missão de Paz São Paulo, a ONG realizou até o ­ nal de junho de 2012 mais de 540 atendimentos, tendo cadastrado no Programa de Mediação os currículos de 519 haitianos, destes, 147 (28%) conseguiram emprego graças à mediação da entidade. Os brasileiros são conhecidos por ser um povo receptivo e agregador, mas não é difícil perceber que o ciclo migratório atual revela que também somos, por vezes, preconceituosos e xenofóbicos, vide situação de imigrantes bolivianos que já foram encontrados em situação análoga a da escravidão, trabalhando em depósitos fechados e sem a mínima condição de higiene. Reconhecer o problema e criar políticas públicas que alterem o cenário atual tornarão o Brasil um país mais justo para os seus e um exemplo mundial na questão da imigração.

Fonte: Revista Conhecimento Prático - Geografia

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Lista de Cartografia

Esse ano estou com a intenção de preparar uma lista de exercícios por semana durante o período letivo.

a primeira do ano é esta.

LISTA CARTOGRAFIA para  baixar clique aqui

o gabarito está no fim do arquivo.

bons estudos

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

OS 10 MITOS SOBRE AS COTAS


retirado de: https://www.ufmg.br/inclusaosocial/?p=53

 1- as cotas ferem o princípio da igualdade, tal como definido no artigo 5º da Constituição, pelo qual “todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza”. São, portanto, inconstitucionais.
Na visão, entre outros juristas, dos ministros do STF, Marco Aurélio de Mello, Antonio Bandeira de Mello e Joaquim Barbosa Gomes, o princípio constitucional da igualdade, contido no art. 5º, refere-se a igualdade formal de todos os cidadãos perante a lei. A igualdade de fato é tão somente um alvo a ser atingido, devendo ser promovida, garantindo a igualdade de oportunidades como manda o art. 3º da mesma Constituição Federal. As políticas públicas de afirmação de direitos são, portanto, constitucionais e absolutamente necessárias.
2- as cotas subvertem o princípio do mérito acadêmico, único requisito que deve ser contemplado para o acesso à universidade.
Vivemos numa das sociedades mais injustas do planeta, onde o “mérito acadêmico” é apresentado como o resultado de avaliações objetivas e não contaminadas pela profunda desigualdade social existente. O vestibular está longe de ser uma prova equânime que classifica os alunos segundo sua inteligência. As oportunidades sociais ampliam e multiplicam as oportunidades educacionais.
3- as cotas constituem uma medida inócua, porque o verdadeiro problema é a péssima qualidade do ensino público no país.
É um grande erro pensar que, no campo das políticas públicas democráticas, os avanços se produzem por etapas seqüenciais: primeiro melhora a educação básica e depois se democratiza a universidade. Ambos os desafios são urgentes e precisam ser assumidos enfaticamente de forma simultânea.
4- as cotas baixam o nível acadêmico das nossas universidades.
Diversos estudos mostram que, nas universidades onde as cotas foram implementadas, não houve perda da qualidade do ensino. Universidades que adotaram cotas (como a Uneb, Unb, UFBA e UERJ) demonstraram que o desempenho acadêmico entre cotistas e não cotistas é o mesmo, não havendo diferenças consideráveis. Por outro lado, como também evidenciam numerosas pesquisas, o estímulo e a motivação são fundamentais para o bom desempenho acadêmico.
5- a sociedade brasileira é contra as cotas.
Diversas pesquisas de opinião mostram que houve um progressivo e contundente reconhecimento da importância das cotas na sociedade brasileira. Mais da metade dos reitores e reitoras das universidades federais, segundo ANDIFES, já é favorável às cotas. Pesquisas realizadas pelo Programa Políticas da Cor, na ANPED e na ANPOCS, duas das mais importantes associações científicas do Brasil, bem como em diversas universidades públicas, mostram o apoio da comunidade acadêmica às cotas, inclusive entre os professores dos cursos denominados “mais competitivos” (medicina, direito, engenharia etc). Alguns meios de comunicação e alguns jornalistas têm fustigado as políticas afirmativas e, particularmente, as cotas. Mas isso não significa, obviamente, que a sociedade brasileira as rejeita.
6- as cotas não podem incluir critérios raciais ou étnicos devido ao alto grau de miscigenação da sociedade brasileira, que impossibilita distinguir quem é negro ou branco no país.
Somos, sem dúvida nenhuma, uma sociedade mestiça, mas o valor dessa mestiçagem é meramente retórico no Brasil. Na cotidianidade, as pessoas são discriminadas pela sua cor, sua etnia, sua origem, seu sotaque, seu sexo e sua opção sexual. Quando se trata de fazer uma política pública de afirmação de direitos, nossa cor magicamente se desmancha. Mas, quando pretendemos obter um emprego, uma vaga na universidade ou, simplesmente, não ser constrangidos por arbitrariedades de todo tipo, nossa cor torna-se um fator crucial para a vantagem de alguns e desvantagens de outros. A população negra é discriminada porque grande parte dela é pobre, mas também pela cor da sua pele. No Brasil, quase a metade da população é negra. E grande parte dela é pobre, discriminada e excluída. Isto não é uma mera coincidência.
7- as cotas vão favorecer aos negros e discriminar ainda mais aos brancos pobres.
Esta é, quiçá, uma das mais perversas falácias contra as cotas. O projeto atualmente tramitando na Câmara dos Deputados, PL 73/99, já aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, favorece os alunos e alunas oriundos das escolas públicas, colocando como requisito uma representatividade racial e étnica equivalente à existente na região onde está situada cada universidade. Trata-se de uma criativa proposta onde se combinam os critérios sociais, raciais e étnicos. É curioso que setores que nunca defenderam o interesse dos setores populares ataquem as cotas porque agora, segundo dizem, os pobres perderão oportunidades que nunca lhes foram oferecidas. O projeto de Lei 73/99 é um avanço fundamental na construção da justiça social no país e na luta contra a discriminação social, racial e étnica.
8- as cotas vão fazer da nossa, uma sociedade racista.
O Brasil esta longe de ser uma democracia racial. No mercado de trabalho, na política, na educação, em todos os âmbitos, os/as negros/as têm menos oportunidades e possibilidades que a população branca. O racismo no Brasil está imbricado nas instituições públicas e privadas. E age de forma silenciosa. As cotas não criam o racismo. Ele já existe. As cotas ajudam a colocar em debate sua perversa presença, funcionando como uma efetiva medida anti-racista.
9- as cotas são inúteis porque o problema não é o acesso, senão a permanência.
Cotas e estratégias efetivas de permanência fazem parte de uma mesma política pública. Não se trata de fazer uma ou outra, senão ambas. As cotas não solucionam todos os problemas da universidade, são apenas uma ferramenta eficaz na democratização das oportunidades de acesso ao ensino superior para um amplo setor da sociedade excluído historicamente do mesmo. É evidente que as cotas, sem uma política de permanência, correm sérios riscos de não atingir sua meta democrática.
10- as cotas são prejudiciais para os próprios negros, já que os estigmatizam como sendo incompetentes e não merecedores do lugar que ocupam nas universidades.
Argumentações deste tipo não são freqüentes entre a população negra e, menos ainda, entre os alunos e alunas cotistas. As cotas são consideradas por eles, como uma vitória democrática, não como uma derrota na sua auto-estima, ser cotista é hoje um orgulho para estes alunos e alunas. Porque, nessa condição, há um passado de lutas, de sofrimento, de derrotas e, também, de conquistas. Há um compromisso assumido. Há um direito realizado. Hoje, como no passado, os grupos excluídos e discriminados se sentem mais e não menos reconhecidos socialmente quando seus direitos são afirmados, quando a lei cria condições efetivas para lutar contra as diversas formas de segregação. A multiplicação, nas nossas universidades, de alunos e alunas pobres, de jovens negros e negras, de filhos e filhas das mais diversas comunidades indígenas é um orgulho para todos eles.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

OS 10 CURSOS COM MAIORES NOTAS DE CORTE DO SISU


Sisu 2013: Medicina na UFRJ é o curso com a maior nota de corte

Estudantes convocados têm até esta terça-feira (22) para fazer matrícula

da redação | 22/01/2013 12h 55
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quarta-feira (16) a lista das 10 maiores notas de corte nos cursos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2013. As cinco mais altas foram para graduações de medicina.
O curso com a maior nota foi o de medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): na livre concorrência, a nota mínima para ser aprovado foi 820,76 pontos. Depois, vêm os cursos de medicina daUFU (Universidade Federal de Uberlândia), da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) e da UFPR (Universidade Federal do Paraná). A nota de corte para conseguir uma das vagas reservadas para cotistas de escola pública (independentemente da renda) foi a quinta mais alta.
InstituiçãoCursoVagaNota de corte
Universidade Federal do Rio de JaneiroMedicina
Ampla concorrência
820,76
Universidade Federal de UberlândiaMedicinaAmpla concorrência817,77
Universidade Federal de Ouro PretoMedicinaAmpla concorrência810,34
Universidade Federal do ParanáMedicinaAmpla concorrência810,02
Universidade Federal do Rio de JaneiroMedicinaEstudantes de escola pública independentemente da renda809,26
Universidade Federal do ParanáEngenharia de Bioprocessos e BiotecnologiaAmpla concorrência808,12
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de GoiásEngenharia Civil
Ampla concorrência
807,23
Universidade Federal do Rio de JaneiroEngenharia QuímicaAmpla concorrência807,15
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de GoiásEngenharia ElétricaEstudantes que se declararam pretos, pardos ou indígenas independentemente da renda805,95
Universidade Federal do ParanáComunicação SocialAmpla concorrência804,38
Criado pelo Ministério da Educação (MEC) para selecionar estudantes em instituições públicas com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o sistema permite localizar cursos e vagas por localidade e instituição de ensino. Os estudantes podiam se candidatar a até duas opções de curso. Estão reservadas 8.688 vagas para o sistema de cotas.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Da relação direta entre ter de limpar seu banheiro você mesmo e poder abrir sem medo um Mac Book no ônibus


Da relação direta entre ter de limpar seu banheiro você mesmo e poder abrir sem medo um Mac Book no ônibus


UPDATE: Muita gente tem lido este post como uma idealização da Holanda como um lugar paradisíaco. Nada mais longe da verdade. A Holanda não é nenhum paraíso e tem diversos problemas, muitos dos quais eu sinto na pele diariamente. O que pretendo fazer aqui é dizer duas coisas: a origem da violência no Brasil é a desigualdade social e 2, apesar da violência que gera, muita gente gosta dessa desigualdade e fica infeliz quando ela diminui, porque dela se beneficia e não enxerga a ligação desigualdade-violência. Por fim: esse post não é sobre a Holanda. A Holanda estar aqui é casual. Esse post é sobre o Brasil, minha pátria mãe.
A sociedade holandesa tem dois pilares muito claros: liberdade de expressão e igualdade. Claro, quando a teoria entra em prática, vários problemas acontecem, e há censura, e há desigualdade, em alguma medida, mas esses ideais servem como norte na bússola social holandesa.
Um porteiro aqui na Holanda não se acha inferior a um gerente. Um instalador de cortinas tem tanto valor quanto um professor doutor. Todos trabalham, levam suas vidas, e uma profissão é tão digna quanto outra. Fora do expediente, nada impede de sentarem-se todos no mesmo bar e tomarem suas Heinekens juntos. Ninguém olha pra baixo e ninguém olha por cima. A profissão não define o valor da pessoa – trabalho honesto e duro é trabalho honesto e duro, seja cavando fossas na rua, seja digitando numa planilha em um escritório com ar condicionado. Um precisa do outro e todos dependem de todos. Claro que profissões mais especializadas pagam mais. A questão não é essa. A questão é “você ganhar mais porque tem uma profissão especializada não te torna melhor que ninguém”.
Profissões especializadas pagam mais, mas não muito mais. Igualdade social significa menor distância social: todos se encontram no meio. Não há muito baixo, mas também não há muito alto. Um lixeiro não ganha muito menos do que um analista de sistemas. O salário mínimo é de 1300 euros/mês. Um bom salário de profissão especializada, é uns 3500, 4000 euros/mês. E ganhar mais do que alguém não torna o alguém teu subalterno: o porteiro não toma ordens de você só porque você é gerente de RH. Aliás, ordens são muito mal vistas. Chegar dando ordens abreviará seu comando. Todos ali estão em um time, do qual você faz parte tanto quanto os outros (mesmo que seu trabalho dentro do time seja de tomar decisões).
Esses conceitos são basicamente inversos aos conceitos da sociedade brasileira, fundada na profunda desigualdade. Entre brasileiros que aqui vêm para trabalhar e morar é comum – há exceções -  estranharem serem olhados no nível dos olhos por todos – chefe não te olha de cima, o garçom não te olha de baixo. Quando dão ordens ou ignoram socialmente quem tem profissão menos especializadas do que a sua, ficam confusos ao encontrar de volta hostilidade em vez de subserviência. Ficam ainda mais confusos quando o chefe não dá ordens – o que fazer, agora?
Os salários pagos para profissão especializada no Brasil conseguem tranquilamente contratar ao menos uma faxineira diarista, quando não uma empregada full time. Os salários pagos à mesma profissão aqui não são suficientes pra esse luxo, e é preciso limpar o banheiro sem ajuda – e mesmo que pague (bem mais do que pagaria no Brasil a) um ajudante, ele não ficará o dia todo a te seguir limpando cada poerinha sua, servindo cafézinho. Eles vêm, dão uma ajeitada e vão-se a cuidar de suas vidas fora do trabalho, tanto quanto você. De repente, a ficha do que realmente significa igualdade cai: todos se encontram no meio, e pra quem estava no Brasil na parte de cima, encontrar-se no meio quer dizer descer de um pedestal que julgavam direito inquestionável (seja porque “estudaram mais” ou “meu pai trabalhou duro e saiu do nada” ou qualquer outra justificativa pra desigualdade).
Porém, a igualdade social holandesa tem um outro efeito que é muito atraente pra quem vem da sociedade profundamente desigual do Brasil: a relativa segurança. É inquestionável que a sociedade holandesa é menos violenta do que a brasileira. Claro que aqui há violência – pessoas são assassinadas, há roubos. Estou fazendo uma comparação, e menos violenta não quer dizer “não violenta”.
O curioso é que aqueles brasileiros que queixam-se amargamente de limpar o próprio banheiro, elogiam incansavelmente a possibilidade de andar à noite sem medo pelas ruas, sem enxergar a relação entre as duas coisas. Violência social não é fruto de pobreza. Violência social é fruto de desigualdade social. A sociedade holandesa é relativamente pacífica não porque é rica, não porque é “primeiro mundo”, não porque os holandeses tenham alguma superioridade moral, cultural ou genética sobre os brasileiros, mas porque a sociedade deles tem pouca desigualdade. Há uma relação direta entre a classe média holandesa limpar seu próprio banheiro e poder abrir um Mac Book de 1400 euros no ônibus sem medo.
Eu, pessoalmente, acho excelente os dois efeitos. Primeiro porque acredito firmemente que a profissão de alguém não têm qualquer relação com o valor pessoal. O fato de ter “estudado mais”, ter doutorado, ou gerenciar uma equipe não te torna pessoalmente melhor que ninguém, sinto muito. Não enxergo a superioridade moral de um trabalho honesto sobre outro, não importa qual seja. Por trabalho honesto não quero dizer “dentro da lei” -  não considero honesto matar, roubar, espalhar veneno, explorar ingenuidade alheia, espalhar ódio e mentira, não me importa se seja legalizado ou não. O quanto você estudou pode te dar direito a um salário maior – mas não te torna superior a quem não tenha estudado (por opção, ou por falta dela). Quem seu pai é ou foi não quer dizer nada sobre quem você é. E nada, meu amigo, nada te dá o direito de ser cuzão. Um doutor que é arrogante e desonesto tem menos valor do que qualquer garçom que trata direito as pessoas e não trapaceia ninguém. Profissão não tem relação com valor pessoal.
Não gosto mais do que qualquer um de limpar banheiro. Ninguém gosta – nem as faxineiras no Brasil, obviamente. Também não gosto de ir ao médico fazer exames. Mas é parte da vida, e um preço que pago pela saúde. Limpar o banheiro é um preço a pagar pela saúde social. E um preço que acho bastante barato, na verdade.
PS. Ultimamente vem surgindo na sociedade holandesa um certo tipo particular de desigualdade, e esse crescimento de desigualdade tem sido acompanhado, previsivelmente, de um aumento respectivo e equivalente de violência social. A questão dos imigrantes islâmicos e seus descendentes é complexa, e ainda estou estudando sobre o assunto.
http://blog.daniduc.net/2009/09/14/da-relacao-direta-entre-ter-de-limpar-seu-banheiro-voce-mesmo-e-poder-abrir-sem-medo-um-mac-book-no-onibus/

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

LISTA DE REVISÃO UNESP

Férias a vista...

última lista do ano... UNESP DOMINGO E SEGUNDA!!!

agora arrumado

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

LISTA FUVEST 2ª FASE

RAÇA AI GALERA

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VEM FIM DE ANO!

domingo, 2 de dezembro de 2012

LISTA DE REVISÃO 2ª FASE UNICAMP

Agora é a hora da verdade... começando com as listas de revisão para as 2ªs fases pela UNICAMP. Vale lembrar que os conteúdos de atualidades são mais cobrados nessa etapa.

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domingo, 25 de novembro de 2012

Roda Cultural - Copa de 78

Sábado dia 24 de novembro ocorreu a RODA CULTURAL no IEDA "Bandeirantes" em Americana

E um dos trabalhos ficou tão legal que pedi para Publicar aqui no blog.

VÍDEO SOBRE A COPA DE 78 na Argentina

Parabéns Amanda Cardoso, Gabriela Morais e Isabela Cardoso
 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

LISTA FUVEST 2013

VAMOS PARA A ÚLTIMA GRANDE PROVA... O FIM DA MARATONA DAS PRIMEIRAS FASES!!!

Não pensem que a FUVEST é um monstro... pelo menos a primeira fase

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

LISTA DE REVISÃO UNESP - essa é bruta!



Mantendo a rotina monteu mais uma lista, está é das grandes. Tem todas as questões de geografia que caíram nos últimos dois ano, tanto no vestibular de verão quanto no de inverno.

Ao montar a lista pode ver alguns temas que são recorrentes como Cartografia e Quadro Físico do Brasil.
São 45 questões! Mãos a obra.

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

LISTA DE REVISÃO PARA UNICAMP 2013



A maratona que começou semana passada não para por pelo menos um mês.

A próxima grande prova é a da UNICAMP, prova que tem um nível de dificuldade mediano, e a redação ops... as redações como divisor de águas. Vamos escrever bem ai galera.
Nos links da para baixar uma lista e o gabarito.

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