quinta-feira, 23 de maio de 2013

Fuvest divulga normas para isenção


Fuvest divulga normas para isenção de taxa do vestibular 2014


A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) divulgou as normas para a isenção ou redução de taxa do vestibular 2014. Os interessados em participar do programa deverão inscrever-se por meio eletrônico no site da instituição, do dia 10 de junho ao dia 02 de agosto de 2013.
De acordo com deliberação do Conselho Curador da Fuvest, para obter isenção, o requerente deve ter renda individual ou pertencer a  uma família com renda per capta de, no máximo, R$ 998. Se a renda variar de R$ 998 a R$ 1.920 ele terá direito à redução de 50% do valor da taxa.

Para ter direito à redução de 50% do valor da taxa de inscrição, segundo a Lei Estadual 12.782, de 20/12/2007, o requerente deve ter renda individual de, no máximo, R$ 1.478.

A SAS/USP (Superintendência de Assistência Social da Universidade de São Paulo) fará a análise dos documentos comprobatórios da situação dos requerentes e o controle executivo das isenções e reduções solicitadas.

No dia 21 de agosto, a instituição disponibilizará a lista de beneficiados no seu site, para consulta individual.

LISTA DE APROFUNDAMENTO EM GEOGRAFIA FÍSICA DO BRASIL

Usei em um colégio que trabalho e estou disponibilizando aqui

para baixar a lista CLIQUE AQUI e o gabarito AQUI

segunda-feira, 20 de maio de 2013

UFTM irá aderir ao Sisu a partir do vestibular de verão de 2014


A UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro) irá aderir plenamente ao Sisu (Sistema de Seleção Unificada) para selecionar os candidatos com ingresso no ano letivo de 2014.
A decisão foi aprovada  em reunião ordinária do Conselho de Ensino da instituição no final de fevereiro e normatizada na última sexta-feira (10).
Dessa forma, o estudante interessado em concorrer a uma vaga a partir de 2014 deve, obrigatoriamente, se inscrever para a realização das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013.
As inscrições para o exame foram abertas às 10h de ontem e podem ser feitas no sitewww.sistemasenem2.inep.gov.br/inscricaoEnem. O cadastro pode ser realizado até as 23h59 de 27 de maio. 

O que é o Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio foi criado em 1998 com o objetivo de diagnosticar a qualidade do ensino médio no país. Em 2009, o exame ganhou uma nova função: selecionar ingressantes nos cursos superiores de faculdades e universidades federais.
O exame pode ser utilizado como único critério de seleção ou ainda como parte da nota final da primeira fase do vestibular de algumas instituições e para preencher vagas remanescentes.

terça-feira, 14 de maio de 2013

SLIDE Hidrografia

Slides só com as anotações de lousa
para baixar clique aqui

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Margaret Thatcher (1925-2013)


premiê foi uma das mulheres mais poderosas do século 20

José Renato Salatiel*
  • Da esquerda para a direita, Ronald Reagan recebe Margaret Thatcher na Casa Branca, ao lado dos respectivos cônjuges, Nancy Reagan e Denis Thatcher
    Da esquerda para a direita, Ronald Reagan recebe Margaret Thatcher na Casa Branca, ao lado dos respectivos cônjuges, Nancy Reagan e Denis Thatcher
Margaret Thatcher morreu em 8 de abril, aos 87 anos, após sofrer um derrame. Ela foi a primeira – e até hoje única – mulher a chefiar o governo no Reino Unido, reeleita primeira-ministra em três mandatos consecutivos. Nesse período de onze anos (1979-1990), tornou-se também uma das líderes políticas mais influentes do século 20.
O apelido de “Dama de Ferro” foi dado pela imprensa soviética nos anos 1970, para caracterizar sua forte oposição aos regimes comunistas. Ela conduziu a política doméstica com a mesma personalidade intransigente, provocando tanto admiração quanto repúdio entre os ingleses.
Na esfera internacional, Thatcher contribuiu para mudar a relação entre o mercado financeiro e o Estado. Nos anos 1980, ela foi a expoente da doutrina neoliberal, que defendia a desregulamentação da economia e a diminuição do papel do Estado. Esse modelo de política econômica se tornaria hegemônico no mundo capitalista, sendo adotado no Brasil durante o governo de Fernando Collor de Melo (1990-1992).
As privatizações do setor industrial, o corte de benefícios sociais e o desmantelamento dos poderosos sindicatos britânicos, para especialistas, foram medidas necessárias para recuperar a economia britânica no pós-guerra.
Outra característica de seu governo foi a aliança com o presidente americano Ronald Reagan (1981-1989). Juntos, foram os principais opositores da ex-União Soviética, no auge da Guerra Fria (1945-1991).
O estilo autoritário de Thatcher contrastava, nesse sentido, com a imagem de defensora das liberdades individuais que tinha em países socialistas.
No final dos anos 1980, a premiê foi a primeira chefe de Estado ocidental a endossar as reformas políticas e econômicas no regime soviético, promovidas por Mikhail Gorbatchev. Essas reformas levariam ao fim da Guerra Fria e a queda do comunismo na Europa.
Mais polêmicos foram os apoios ao apartheid, regime de segregação racial em vigor na África do Sul (1948-1994), e à ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) no Chile, uma das mais violentas na América Latina.
Em resumo, Thatcher não era uma política que buscava consenso, mas que impunha sua liderança. Quando os argentinos reclamaram a posse das ilhas Malvinas (Falklands, para os ingleses), em 1982, enviou forças militares para recuperar o território inglês. Dois anos depois, escapou ilesa de um atentado terrorista cometido pelo IRA (Exército Republicano Irlandês), grupo que reivindicava a independência da Irlanda do Norte.
Greves
Eleita primeira-ministra em 4 de maio de 1979, Thatcher foi a primeira mulher a governar uma grande potência e a mais importante a ocupar o posto no Parlamento britânico desde Winston Churchill (1940-45 e 1951-55).
No final dos anos 1970, a economia no Reino Unido passava por um período difícil, com inflação anual acima dos 20%, taxa de desemprego de 10% e altos impostos. Havia nisso a influência de fatores externos, como o aumento do preço do barril do petróleo, e internos, decorrentes de déficits no orçamento do Estado.
Para equilibrar as contas do governo, Thatcher privatizou empresas estatais, retirou estímulos ao mercado (herança do pós-guerra), cortou benefícios e investiu contra os sindicatos, cuja força representava um entrave para a abertura econômica.
As medidas impopulares, de início, agravaram a situação, com aumento dos índices de desemprego e inflação, além de quedas do consumo e de investimentos. Nos primeiros dois anos de mandato, a popularidade em baixa ameaçava o governo Thatcher. Foi quando começou a Guerra das Malvinas, que inflamou o sentimento patriótico dos ingleses e assim, nas eleições de 1983, garantiu a vitória do Partido Conservador e o segundo mandato da primeira-ministra.
Neste segundo mandato ocorreu a consolidação do “thatcherismo”, com a estabilização da economia, a continuidade das reformas neoliberais e a privatização de indústrias para reduzir os gastos do Estado.
Por outro lado, a briga com os sindicatos desgastou o Parlamento. Entre 1983 e 1984 aconteceu a greve dos mineiros, uma das mais duradouras do mundo e a que provocou mais impactos sociais na Inglaterra. Os mineiros protestavam contras o fechamento de mineradoras e mantiveram uma “queda de braço” com Thatcher que durou um ano.
Zona do euro
Em 1987, quando foi reeleita pela segunda vez, o Reino Unido já registrava um crescimento de 5%. Mas a aprovação da primeira-ministra continuava baixa, sobretudo após a adoção, em 1990, do poll tax, uma espécie de imposto regressivo em que os mais pobres pagam proporcionalmente mais do que os ricos.
Outro motivo de discórdia foi a recusa em aceitar a inclusão do Reino Unido na zona do euro, o que levou a um racha do Partido Conservador e a perda de aliados importantes, como o vice Geoffrey Howe.
Thatcher renunciou ao cargo em 22 de novembro de 1990. Ela retirou-se da vida pública em 2002, depois de sofrer uma série de pequenos derrames. A morte do marido Denis, em 2003, e a gradual perda da memória a isolaram ainda mais do público.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Fatecs: Inscrições para o vestibular 2013 de inverno


Fatecs: Inscrições para o vestibular 2013 de inverno começam nesta terça-feira


As Fatecs (Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo) abrem nesta terça-feira (30) as inscrições para o seu vestibular 2013 de inverno. Os pedidos devem ser feitos pela internet até as 15h do dia 11 de junho.
A taxa é de R$ 70 e poderá ser paga até o último dia do cadastro do segundo semestre. Os isentos deverão ficar atentos ao término do processo de inscrição, pois não haverá a emissão de boleto bancário para pagamento, indicando, assim, a isenção da taxa.
O candidato que prestou o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) poderá utilizar sua nota obtida na prova objetiva para efeito de cálculo da nota final da prova. Para tanto, deverá preencher na ficha o número de sua inscrição, optando pelo resultado obtido no exame em 2010, 2011 ou 2012.

Prova

A prova do vestibular 2013 de inverno das Fatecs acontecerá dia 30 de junho, a partir das 13h. Os locais serão divulgados em 24 de junho.
O exame será composto por uma redação e  54 questões, cada uma com cinco alternativas, sendo 40 relativas às disciplinas de matemática, português, física, química, biologia, história, geografia e inglês, cinco com a finalidade de verificar a capacidade de raciocínio lógico e nove que proporão a solução de situações-problema.

Lista - Vegetação do Brasil

São exercícios da FUVEST, ENEM e UNESP basicamente
Baixe aqui

sexta-feira, 19 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

LISTA: CLIMA BRASIL

E ai amiguéééénhos!

Lista para quem quiser aprofundar, dar uma trabalhada maior no conteúdo.

Já está com o gabarito no mesmo arquivo.
Lembrem-se é preciso ter conta no 4shared para conseguir baixar.

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Invasão do Iraque - 10 anos


 As derrotas de uma guerra vitoriosa

José Renato Salatiel*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
  • Cena de "Guerra ao Terror" ("The Hurt Locker"), de Kathryn Bigelow, que focaliza a dura rotina das tropas norte-americanas no Iraque
    Cena de "Guerra ao Terror" ("The Hurt Locker"), de Kathryn Bigelow, que focaliza a dura rotina das tropas norte-americanas no Iraque
Há pouco mais de dez anos, em 19 de março de 2003, Os Estados Unidos invadiram o Iraque e deram início a uma das guerras mais caras, polêmicas e desastrosas de sua história, que durou quase nove anos.
A “Operação Liberdade Iraquiana” levou 21 dias e teve apoio de tropas do Reino Unido, da Austrália e Polônia. Ela foi deflagrada durante o governo de George W. Bush (2001-2009), um ano e meio após os ataques às torres gêmeas do World Trade Center em 11 de setembro de 2001.
O presidente americano justificou a invasão com a suposta existência de armas de destruição em massa pelo regime de Saddam Hussein, um dos mais violentos do Oriente Médio. O risco era de que o armamento chegasse a grupos terroristas como aAl Qaeda, responsável pelos atentados em Nova York. Essas armas, porém, nunca foram encontradas e poucos acreditam que existiam. Além disso, a ligação de Saddam com Osama bin Laden era implausível, pois eram inimigos.
Havia ainda uma intenção “humanitária” de destituir o ditador e estabelecer a democracia no Iraque. Nos bastidores do teatro de operações, contudo, havia interesse de Washington em controlar o petróleo iraquiano (9% das reservas mundiais) e o domínio estratégico do Oriente Médio.
Na época, Bush tinha apoio da população e da imprensa para promover sua "guerra contra o terror". Os americanos ainda estavam abalados e com medo de novos ataques terroristas. Nos anos seguintes, entretanto, a guerra tornou-se fonte de despesas e escândalos – massacres nas ruas de Bagdá e denúncias de torturas de presos iraquianos na prisão de Abu Ghraib – que abalaram a confiança no império americano.
Os Estados Unidos ainda se envolveram em outra guerra, no Afeganistão, e enfrentaram a maior crise econômica desde a Grande Depressão (1929-1933). Somente a guerra no Iraque custou US$ 2,2 trilhões, valor comparável ao PIB brasileiro. O número de mortos chegou a 4.805 militares das forças de coalizão e 134 mil civis iraquianos.
O desgaste político de Bush com a guerra, agravado pela demora ao socorro às vítimas do furacão Katrina, em 2005, foi também decisivo para a vitória do democrataBarack Obama nas eleições presidenciais de 2008. Obama foi eleito com a promessa de resolver a crise financeira e retirar as tropas do Iraque.
Ditador
O Iraque situa-se em uma região que abrigou as primeiras civilizações humanas. A capital, Bagdá, foi o centro do mundo islâmico e a maior cidade da Idade Média.
Rico em petróleo (descoberto em 1927), o Iraque tinha todas as condições para ser uma nação rica. Mas séculos de guerras e ocupação estrangeira, com consequentes instabilidades política e econômica, impediram que se desenvolvesse.
O Iraque nunca conheceu a democracia. Após quatro séculos de domínio Otomano, o território virou colônia do Reino Unido e, após a Independência, em 1932, sofreu sucessivos golpes de Estado, até a chegada do partido de Saddam Hussein, o Baath, ao poder em 1968. O partido dominou o país por 35 anos, até a invasão americana.
Saddam assumiu a presidência em 1979. Na época da Guerra Fria (1945-1991), o ditador tinha apoio do governo americano por terem, ambos, o Irã como inimigo comum. A situação mudou em 1990 quando o exército iraquiano invadiu o Kuwait, país vizinho, e iniciou a Guerra do Golfo Pérsico (1990-1991).
De certo modo, a invasão americana em 2003 foi uma continuação da Guerra do Golfo. Ela terminou com a deposição e captura do ditador iraquiano em 2003. Saddam foi condenado à morte e executado em dezembro de 2006. A queda do regime de Saddam marcou o fim da invasão, mas o começo de um processo de reconstrução do Iraque, que se mostrou mais demorado e difícil do que o esperado.
Violência
A sociedade iraquiana é formada por três grupos étnicos e religiosos que lutam entre si há séculos. Os árabes perfazem 80% da população de 29 milhões de habitantes. Os curdos estão entre 15 e 20% desse total. A principal religião é a muçulmana, dividida entre xiitas (62%) e a minoria sunita (35%).
Os árabes sunitas governaram o país desde sua criação, em 1920. Após a ocupação, os americanos permaneceram no país para treinar forças de segurança iraquianas e constituir um governo pluralista, que representasse todas essas etnias.
Em outubro de 2005, os iraquianos aprovaram uma Constituição mediante um referendo nacional. Em dezembro, foi composto o Parlamento, no primeiro governo constitucional no país em quase 50 anos, de maioria xiita. Mas a tensão entre milícias sunitas e xiitas provocou atentados violentos entre 2005 e 2007.
As tropas americanas finalmente deixaram o Iraque em 18 de dezembro de 2011. Hoje, apesar da instabilidade política, a economia iraquiana está melhor do que em 2003, registrando um crescimento médio de quase 7% ao ano. A violência nas ruas também diminuiu, ainda que os atentados continuem acontecendo em Bagdá.
Para os Estados Unidos, a guerra do Iraque resultou em perdas políticas, econômicas, ideológicas e estratégicas. No contexto geopolítico do Oriente Médio, a queda do regime secular de Saddam Hussein fortaleceu o Irã e o fundamentalismo islâmico, antecipando a Primavera Árabe.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Brics foram 55% do crescimento da economia mundial, diz "Economist"


A revista britânica "The Economist" informou, em sua última edição, que os cinco países que compõem o grupo conhecido como Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) foram responsáveis por 55% do crescimento global nos últimos três anos.
Desde o final de 2009, quando a economia mundial cresceu pouco mais de 2%, até o último trimestre de 2012, os 23 países considerados desenvolvidos contribuíram com apenas 20% para o crescimento da economia global.
A "Economist" dá crédito aos países emergentes, em geral, e principalmente aos Brics, pelo avanço de 2,5% na economia mundial no último trimestre de 2012.

CRESCIMENTO DO PIB GLOBAL

Brics querem mais poder no FMI

Na semana passada, líderes dos cinco países que compõem os Brics se reuniram em Durban, na África do Sul, na 5ª cúpula anual do grupo.
Na ocasião, a presidente Dilma Rousseff disse que é fundamental fazer reformas no Fundo Monetário Internacional (FMI) para ampliar a presença dos países em desenvolvimento.
Os países emergentes afirmam que o sistema atual de votação do FMI concede injustamente benefícios à Europa e aos Estados Unidos, que dominam o fundo desde sua fundação, na década de 1940.
"Seguimos unidos na defesa de reformas das estruturas de governança global. É necessário urgentemente atualizar e torná-las mais legítimas e representativas do mundo de hoje", afirmou a presidente.
"O ano de 2013 é central para se implantar as reformas do Fundo Monetário, para adequá-lo à nova realidade da economia mundial", disse.
(Com Reuters)

segunda-feira, 25 de março de 2013

Lista sobre Relevo do Brasil

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sábado, 23 de março de 2013

Veja os principais momentos da trajetória política de Hugo Chávez


O presidente venezuelano, Hugo Chávez, morreu após uma longa luta contra o câncer. Veja a seguir os principais fatos de sua trajetória política.
Veja os momentos que marcaram sua carreira política:
- 4 de fevereiro de 1992: O tenente-coronel Hugo Chávez fracassa em uma tentativa de golpe de Estado contra o presidente Carlos Andrés Pérez. Após permanecer dois anos na prisão, o então presidente Rafael Caldera concede anistia a Chávez.
- 6 de dezembro de 1998: Chávez vence as eleições presidenciais com 56% dos votos.
- 2 de fevereiro de 1999: Chávez assume a presidência e convoca um referendo para designar uma Assembleia Constituinte com a missão de escrever uma nova Carta Magna, que foi aprovada em 15 de dezembro em um plebiscito com mais de 70% dos votos.
- 30 de julho de 2000:  Chávez, cumprindo o previsto na nova Constituição, convoca eleições e é reeleito com 56,9% dos votos.
- 10 de dezembro de 2001: O presidente enfrenta sua primeira greve nacional, convocada por empresários e apoiada pela maior central sindical, contra leis consideradas confiscatórias.
- 11 de abril de 2002: O alto comando das Forças Armadas venezuelanas derrota Chávez, após um confronto nas imediações do Palácio presidencial de Miraflores que terminou com 19 mortos. O incidente ocorreu depois de uma grande manifestação em Caracas, convocada pelo setor empresarial e pela maior confederação de trabalhadores, para exigir a renúncia do presidente. A manifestação é desviada por dirigentes opositores para o Palácio presidencial, o que provocou o confronto.
- 12 de abril de 2002: O líder empresarial Pedro Carmona assume o poder e dissolve os poderes do Estado.
- 13 de abril de 2002: Chávez é restituído à presidência por militares leais e por uma enorme mobilização popular.
- 2 de dezembro de 2002:  Tem início uma greve petroleira com o objetivo de tirar Chávez do poder.
- 15 de agosto de 2004:  Chávez vence com 59% dos votos um referendo revocatório convocado pela oposição para destituí-lo.
- 4 de dezembro de 2005: A oposição decide boicotar as eleições parlamentares e o chavismo conquista todas as cadeiras da Assembleia Nacional.
- 3 de dezembro de 2006:  Chávez é reeleito presidente com 62% dos votos.
- 2 de dezembro de 2007: Uma reforma da Constituição proposta por Chávez, que inclui a reeleição ilimitada, é rejeitada em referendo.
- 23 de novembro de 2008: O chavismo vence as eleições regionais e municipais, mas perde nos Estados mais populosos e em Caracas.
- 14 de janeiro de 2009: A Assembleia Nacional aprova uma emenda à Constituição, que permite a reeleição indefinida do presidente.
- 15 de janeiro de 2009:  A emenda é aprovada em referendo.
- 26 de setembro de 2010: A oposição dividida obtém mais votos nas eleições legislativas, mas os governistas conquistam 60% das cadeiras do Parlamento.
- 30 de junho de 2011: Em uma mensagem à nação, Chávez afirma que foi operado em Cuba de um tumor cancerígeno.
- 20 de outubro de 2011: Chávez diz estar curado de câncer, após passar por tratamento de quimioterapia.
- 26 de fevereiro de 2012: Chávez é operado de um novo tumor na mesma região de onde foi retirado o primeiro. De março a maio, é submetido a um tratamento de radioterapia em Cuba, que o faz se retirar da vida pública.
- 9 de julho de 2012: Chávez assegura que está "totalmente livre" do câncer.
- 31 de julho:  O presidente assina em Brasília a entrada da Venezuela no Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai (suspenso) e Uruguai).
- 9 de dezembro: Chávez anuncia retorno do câncer e declara vice Nicolás Maduro como seu potencial sucessor .
- 11 de dezembro: É submetido à quarta cirurgia relativa ao câncer.
- 18 de fevereiro de 2013: Vindo de Cuba, Chávez retorna a Caracas para continuar tratamento contra câncer em hospital militar.
- 5 de março: Chávez morre em Caracas aos 58 anos.
Com AFP

terça-feira, 12 de março de 2013

Lista de Geologia

Ai rapaziada!!!! muitas listas esse ano...
se tudo der certo semana que vem tem outra

Lista de exercícios geologia

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segunda-feira, 11 de março de 2013

Inscrições para vestibular de inverno da Unesp começam em 8 de abril; veja calendário


As inscrições para o vestibular 2013 de inverno da Unesp (Universidade Estadual Paulista) serão realizadas entre os dias 8 de abril e 8 de maio, pelo site www.vunesp.com.br. As datas do processo foram divulgadas nesta segunda-feira (11). 
Os pedidos de isenção e redução de taxa serão aceitos entre os dias 8 e 18 de abril. Segundo a Vunesp (Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista), as informações sobre os procedimentos para os benefícios, relação de vagas e normas do vestibular serão divulgadas em breve. 
O vestibular será realizado em duas fases. A primeira etapa acontece no dia 26 de maio, com a prova de conhecimentos gerais. A lista dos convocados para a segunda fase será liberada em 10 de junho. Os aprovados farão a prova de conhecimentos específicos e redação, com questões dissertativas, nos dias 22 e 23 de junho. 
A previsão é que o resultado final seja publicado no dia 15 de julho. Todos os candidatos classificados deverão declarar interesse por vaga nos dias 16 e 17 de julho. As três chamadas estão marcadas para os dias 19 e 26 de julho e 2 de agosto, respectivamente.
Veja as datas divulgadas: 
  • Período de inscrição: 8 de abril a 8 de maio
  • Pedidos de isenção: 8 a 18 de abril
  • Primeira fase: 26 de maio 
  • Aprovados na primeira fase: 10 de junho
  • Segunda fase: 22 e 23 de junho
  • Resultado final: 15 de julho 
  • Declaração de interesse por vaga - para todos os candidatos: 16 e 17 de julho
  • Primeira chamada: 19 de julho 
  • Segunda chamada: 26 de julho 
  • Terceira chamada: 2 de agosto 

As informaçoes foram fornecidas pela instituiçao e podem ser alteradas por ela sem aviso prévio. É recomendável confirmar datas e horários no site oficial.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Brasil: destino dos novos imigrantes


Crescimento econômico, setor petroquímico em alta, a chegada de grandes empresas e a crise europeia tornam o País um dos rumos nesse novo ciclo migratório internacional

Maurício Barroso
Diferentes períodos migratórios formaram a cultura brasileira, processo que teve início em 1534 com a divisão do território em capitanias hereditárias e ganhou força em 1549 com a criação do governo-geral e a capital da colônia em Salvador, situação que atraiu muitos portugueses para aquela região. O movimento lusitano ainda era pequeno, mas cresceu e atingiu números expressivos no século XVIII. Entraram, só em Minas Gerais, nos primeiros cinquenta anos daquele século aproximadamente 900.000 pessoas e, de acordo com historiadores, no mesmo século, aconteceu outro movimento migratório, o de açorianos para Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Amazônia.
Entre os séculos XVI até o XIX, o tráfico negreiro contribuiu, mesmo que de maneira espúria, para o desenvolvimento populacional e econômico do Brasil. Mais tarde, mesmo a proibição da entrada de estrangeiros pela legislação portuguesa no período colonial não impediu que os espanhóis desembarcassem por aqui entre os anos de 1580 e 1640 (período no qual as coroas estiveram unidas). Naquele mesmo tempo chegavam em terras brasileiras os judeus, ingleses, franceses e holandeses. Junto deles viajam com interesse antropológico alguns cientistas, missionários e, até os lendários piratas Ingleses.
A partir dos anos de 1800, o ciclo migratório para o Brasil se intensi­ficou. Tendo dois marcos responsáveis, a Indedestino pendência em 1822 e a abolição da escravatura em 1888, o primeiro fato fez com que o País abrisse os portos a nações amigas, numa tentativa fracassada de criar pequenas propriedades rurais, mas que foi sufocada pelo latifúndio e a escravidão. Somente após a abolição entraram no Brasil mais de 1,4 milhão de estrangeiros, o dobro do número de entradas nos oitenta anos anteriores (1808-1888).
SÉCULOS 20 E 21
O século passado foi um período conturbado da história mundial, vide as duas guerras mundiais, recuperação europeia pós-guerra e crise japonesa. Cenário que torna o ciclo migratório irregular, mas que é responsável, por exemplo, pela entrada maciça de nipônicos na cidade de São Paulo. De lá para cá a chegada de alemães, italianos e outros povos europeus que se reuniam em colônias e formaram cidades bem conhecidas na região sul e sudeste do Brasil.
No início deste século (21) o Brasil entra novamente na rota da imigração, devido ao crescimento econômico, setor petroquímico em alta e a chegada de grandes empresas no País tornaram o Brasil a bola da vez neste novo ciclo, seja pela entrada trabalhadores estadunidenses, europeus e asiáticos ou a chegada dos vizinhos da América do Sul. O País virou a terra da oportunidade também para os jovens espanhóis e portugueses que não conseguem emprego em seus países devido à crise naquela região.
Os números impressionam. Segundo dados do Censo 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geogra­ a e Estatística (IBGE), o crescimento de estrangeiros que vivem em terras brasileiras subiu 86,7% em dez anos. Naquele ano o País abrigava 286.468 imigrantes internacionais — que vieram de outros países e moravam no Brasil há pelo menos cinco anos. Em 2000 esse número era de 143.644 imigrantes.
O estudo revelou que os principais destinos dos estrangeiros foram São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás. Outra informação interessante foi a volta de brasileiros ao País. De acordo com o Censo 2010, 174.597 retornaram ao Brasil.
BALANÇO
A Coordenação Geral de Imigração (CGig), órgão ligado ao MTE, mostra em seu balanço que 56.006 pro­ ssionais estrangeiros foram autorizados a trabalhar no Brasil em 2010. Deste total, 53.441 foram autorizações de caráter temporário, com estada no País de até dois anos. Em 2009, foram 42.914 autorizações de trabalho concedidas.

Para o Coordenador Geral de Imigração do MTE, Paulo Sérgio de Almeida, o aumento do número dessas autorizações, desde 2006, está relacionado aos crescentes investimentos no Brasil, especialmente nos setores industrial, óleo, gás e energia. “Isso está caracterizado pela aquisição de equipamentos no exterior e implantação no País de novas empresas de capital estrangeiro. No setor industrial, por exemplo, o aumento representa a expansão do nosso parque industrial, bem como a modernização e a implantação de novas indústrias”, comenta Almeida que explica que a aquisição de equipamentos e tecnologia no exterior demanda a vinda de profissionais especializados na supervisão de montagem e da execução de etapas mais sensíveis no processo de implantação desses equipamentos e para transferência de tecnologia.
 “MÃO DE OBRA” ESPECIALIZADA
De acordo com o coordenador do órgão, o setor de óleo e gás (exploração de petróleo e gás na plataforma continental brasileira) foi o principal responsável pelas autorizações. O setor demandou a vinda do exterior de equipamentos so­fisticados como os navios do tipo sonda, plataformas de perfuração, navios para aquisição de dados geofísicos, dentre outros. “Ao ingressarem no País, estes navios e plataformas estrangeiros, com tripulação estrangeira, acabam por incorporar pro­fissionais brasileiros as suas tripulações ao longo do tempo de sua permanência nas águas brasileiras”, observou.
O estudo mostra que entre os pro­ ssionais estrangeiros autorizados a trabalhar temporariamente no Brasil, 15.206 estavam relacionados ao trabalho a bordo de embarcação ou plataforma estrangeira. Houve também um grande aumento no número de autorizações para tripulantes estrangeiros que vem a bordo de embarcações de turismo de fora. De acordo com o levantamento, este setor teve forte crescimento no país nos últimos anos e, por conta disso, crescimento exponencial no número de vistos concedidos - saltou do patamar de algumas centenas para mais de 8.000 vistos/ano em 2008 e 2009, e para perto de 13.000 vistos em 2010. “Também, neste caso, há um percentual obrigatório de brasileiros que essas embarcações devem ter a bordo. De todo modo, o setor industrial e da prestação de serviços são os que mais demandam a vinda de profissionais estrangeiros”, avaliou Almeida.
Quanto às autorizações permanentes, a maioria foi concedida para administradores, diretores, gerentes e executivos com poderes de gestão e concomitância, num total de 1.218. Investidores pessoa física somaram 848 autorizações em 2010.
ARTISTAS
Outro ponto relevante ficou por conta da expansão no número de artistas estrangeiros para shows no Brasil: foram 1.853 autorizações a mais do que em 2009, aumento de 28%. Além disso, cresceu o número de profissionais estrangeiros para trabalho a bordo de navios e plataformas estrangeiras em operação no Brasil (exploração e produção de petróleo): foram 1.835 autorizações a mais do que em 2009 - aumento de 13,7%.
Também houve evolução no número de profissionais estrangeiros para instalação de máquinas e equipamentos, assistência técnica e transferência de tecnologia: foram mais 2.222 estrangeiros com estada até 90 dias (aumento de 38% sobre 2009). Do total, cerca de 20% referem-se a atividades ligadas à indústria da exploração e produção do petróleo.
O número de profissionais com vínculo de emprego no Brasil, em sua maioria, ligados a atividades gerenciais em empresas de origem estrangeira instaladas no Brasil também cresceu. Foram mais 1.061 estrangeiros, um aumento de 43%.
O estado de São Paulo teve a maior concentração de autorizações concedidas, passando de 18.285 em 2009 para 25.550 em 2010. O Rio de Janeiro é o segundo da lista, passando de 18.956 para 22.371 solicitações de visto de trabalho. Minas Gerais manteve-se na terceira colocação com 2.644; Amazonas, 1.164 e, e Paraná, 1.035.
ESTADUNIDENSES E ARGENTINOS
Por país de origem, os norte-americanos foram os que mais solicitaram autorizações de trabalho. Foram 7.550 em 2010, contra 5.590 no ano anterior. Já dentre os países que compõem o Mercosul, os argentinos são os que mais solicitam autorizações de trabalho no Brasil. Em 2010, foram 644 concessões para trabalhadores desta naturalidade. Venezuela (562), Chile (383), Bolívia (90), Uruguai (66) e Paraguai (28) completam a lista.
Para Almeida, além de transferir seus conhecimentos aos brasileiros, esses profissionais contribuem para a geração de mão de obra nacional nas novas indústrias e atividades econômicas que ajudam a implementar. Muitos desses profissionais estrangeiros também vêm ao Brasil para compor o quadro inicial de novas empresas estrangeiras recém-instaladas no Brasil. “São, muitas vezes, responsáveis pela implantação do negócio e, depois de algum tempo, retornam a seus países de origem”, observa. 
ILEGAIS E REFUGIADOS
No outro lado da moeda estão os estrangeiros ilegais e refugiados que não entram nas estatísticas do IBGE, mas informações do Governo Federal e de ONGs estimam que haja de 60 mil a 300 mil estrangeiros em situação irregular no Brasil, sendo sua maioria de latino-americanos, chineses e africanos.
De acordo com editor da “Travessia – Revista do Migrante” e assessor da diretoria do Centro de Estudos Migratórios / Missão Paz de São Paulo, Dirceu Cutti , desde o ­ nal do século XX começaram a chegar refugiados e imigrantes do continente africano. “A Casa do Migrante, da Missão Paz, é um micro espaço revelador do que vem ocorrendo: inaugurada em 1978, com capacidade para 100 pessoas/ dia, acolheu, até 1998, uma média anual de 5% de imigrantes”, conta Cutti, e observa que este percentual cresceu para 25% em 2002; 50% em 2004; 70% em 2008 e praticamente a 100% a partir de 2010.
Sobre o novo ciclo migratório internacional, Cutti acredita que o Brasil vive uma dicotomia porque se a melhora da economia traz mão de obra qualificada, por outro lado os pobres também veem aqui uma chance de começar ou recomeçar a vida. “Nós, da Missão Paz, que atuamos junto a esses novos imigrantes, presenciamos claramente que nós (brasileiros) somos marcados por duas atitudes opostas: acolhedores, mas preconceituosos também”, analisa o assessor, e lembra que os ilegais são recebidos, muitas vezes, com preconceito, intolerância, rejeição e xenofobia.
NOVA LEI E TRÁFICO DE PESSOAS
Há três anos tramita no Congresso Nacional uma nova lei de imigração, que para especialistas deve incluir a adoção de políticas como o oferecimento de cursos de português e a capacitação para o mercado de trabalho. De acordo com a legislação que o governo pretende aprovar, estrangeiros poderão requerer vistos permanentes a qualquer momento. Pela lei atual, é preciso fazer um requerimento antes de chegar ao Brasil, por meio dos consulados brasileiros.
Atualmente a permanência de estrangeiros no País ainda é regida pelo Estatuto do Estrangeiro, instituído em 1980, sob a ótica da Lei de Segurança Nacional.
No segundo semestre de 2012, a deputada federal e presidente da Comissão das Relações Exteriores do Congresso brasileiro, Perpétua Almeida, denunciou que as redes de tráfico de pessoas envolvendo haitianos com destino ao Brasil continuam operando intensamente na fronteira com o Peru. De acordo com a deputada, naquele momento existia 216 haitianos à espera de um visto para permanecer legalmente no Brasil.
As autoridades brasileiras calculam que, desde o terremoto de 2010 no Haiti, cerca de 2,6 mil pessoas procedentes do país da América Central chegaram ao Brasil através de rotas amazônicas, seja pelo Peru ou pela Bolívia. Muitos desses imigrantes, aproximadamente 2,4 mil, receberam vistos de trabalho do governo federal, que ainda destinou R$ 900 mil reais à assistência do grupo. De acordo com dados da Missão de Paz São Paulo, a ONG realizou até o ­ nal de junho de 2012 mais de 540 atendimentos, tendo cadastrado no Programa de Mediação os currículos de 519 haitianos, destes, 147 (28%) conseguiram emprego graças à mediação da entidade. Os brasileiros são conhecidos por ser um povo receptivo e agregador, mas não é difícil perceber que o ciclo migratório atual revela que também somos, por vezes, preconceituosos e xenofóbicos, vide situação de imigrantes bolivianos que já foram encontrados em situação análoga a da escravidão, trabalhando em depósitos fechados e sem a mínima condição de higiene. Reconhecer o problema e criar políticas públicas que alterem o cenário atual tornarão o Brasil um país mais justo para os seus e um exemplo mundial na questão da imigração.

Fonte: Revista Conhecimento Prático - Geografia

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Lista de Cartografia

Esse ano estou com a intenção de preparar uma lista de exercícios por semana durante o período letivo.

a primeira do ano é esta.

LISTA CARTOGRAFIA para  baixar clique aqui

o gabarito está no fim do arquivo.

bons estudos