quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

OS 10 MITOS SOBRE AS COTAS


retirado de: https://www.ufmg.br/inclusaosocial/?p=53

 1- as cotas ferem o princípio da igualdade, tal como definido no artigo 5º da Constituição, pelo qual “todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza”. São, portanto, inconstitucionais.
Na visão, entre outros juristas, dos ministros do STF, Marco Aurélio de Mello, Antonio Bandeira de Mello e Joaquim Barbosa Gomes, o princípio constitucional da igualdade, contido no art. 5º, refere-se a igualdade formal de todos os cidadãos perante a lei. A igualdade de fato é tão somente um alvo a ser atingido, devendo ser promovida, garantindo a igualdade de oportunidades como manda o art. 3º da mesma Constituição Federal. As políticas públicas de afirmação de direitos são, portanto, constitucionais e absolutamente necessárias.
2- as cotas subvertem o princípio do mérito acadêmico, único requisito que deve ser contemplado para o acesso à universidade.
Vivemos numa das sociedades mais injustas do planeta, onde o “mérito acadêmico” é apresentado como o resultado de avaliações objetivas e não contaminadas pela profunda desigualdade social existente. O vestibular está longe de ser uma prova equânime que classifica os alunos segundo sua inteligência. As oportunidades sociais ampliam e multiplicam as oportunidades educacionais.
3- as cotas constituem uma medida inócua, porque o verdadeiro problema é a péssima qualidade do ensino público no país.
É um grande erro pensar que, no campo das políticas públicas democráticas, os avanços se produzem por etapas seqüenciais: primeiro melhora a educação básica e depois se democratiza a universidade. Ambos os desafios são urgentes e precisam ser assumidos enfaticamente de forma simultânea.
4- as cotas baixam o nível acadêmico das nossas universidades.
Diversos estudos mostram que, nas universidades onde as cotas foram implementadas, não houve perda da qualidade do ensino. Universidades que adotaram cotas (como a Uneb, Unb, UFBA e UERJ) demonstraram que o desempenho acadêmico entre cotistas e não cotistas é o mesmo, não havendo diferenças consideráveis. Por outro lado, como também evidenciam numerosas pesquisas, o estímulo e a motivação são fundamentais para o bom desempenho acadêmico.
5- a sociedade brasileira é contra as cotas.
Diversas pesquisas de opinião mostram que houve um progressivo e contundente reconhecimento da importância das cotas na sociedade brasileira. Mais da metade dos reitores e reitoras das universidades federais, segundo ANDIFES, já é favorável às cotas. Pesquisas realizadas pelo Programa Políticas da Cor, na ANPED e na ANPOCS, duas das mais importantes associações científicas do Brasil, bem como em diversas universidades públicas, mostram o apoio da comunidade acadêmica às cotas, inclusive entre os professores dos cursos denominados “mais competitivos” (medicina, direito, engenharia etc). Alguns meios de comunicação e alguns jornalistas têm fustigado as políticas afirmativas e, particularmente, as cotas. Mas isso não significa, obviamente, que a sociedade brasileira as rejeita.
6- as cotas não podem incluir critérios raciais ou étnicos devido ao alto grau de miscigenação da sociedade brasileira, que impossibilita distinguir quem é negro ou branco no país.
Somos, sem dúvida nenhuma, uma sociedade mestiça, mas o valor dessa mestiçagem é meramente retórico no Brasil. Na cotidianidade, as pessoas são discriminadas pela sua cor, sua etnia, sua origem, seu sotaque, seu sexo e sua opção sexual. Quando se trata de fazer uma política pública de afirmação de direitos, nossa cor magicamente se desmancha. Mas, quando pretendemos obter um emprego, uma vaga na universidade ou, simplesmente, não ser constrangidos por arbitrariedades de todo tipo, nossa cor torna-se um fator crucial para a vantagem de alguns e desvantagens de outros. A população negra é discriminada porque grande parte dela é pobre, mas também pela cor da sua pele. No Brasil, quase a metade da população é negra. E grande parte dela é pobre, discriminada e excluída. Isto não é uma mera coincidência.
7- as cotas vão favorecer aos negros e discriminar ainda mais aos brancos pobres.
Esta é, quiçá, uma das mais perversas falácias contra as cotas. O projeto atualmente tramitando na Câmara dos Deputados, PL 73/99, já aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, favorece os alunos e alunas oriundos das escolas públicas, colocando como requisito uma representatividade racial e étnica equivalente à existente na região onde está situada cada universidade. Trata-se de uma criativa proposta onde se combinam os critérios sociais, raciais e étnicos. É curioso que setores que nunca defenderam o interesse dos setores populares ataquem as cotas porque agora, segundo dizem, os pobres perderão oportunidades que nunca lhes foram oferecidas. O projeto de Lei 73/99 é um avanço fundamental na construção da justiça social no país e na luta contra a discriminação social, racial e étnica.
8- as cotas vão fazer da nossa, uma sociedade racista.
O Brasil esta longe de ser uma democracia racial. No mercado de trabalho, na política, na educação, em todos os âmbitos, os/as negros/as têm menos oportunidades e possibilidades que a população branca. O racismo no Brasil está imbricado nas instituições públicas e privadas. E age de forma silenciosa. As cotas não criam o racismo. Ele já existe. As cotas ajudam a colocar em debate sua perversa presença, funcionando como uma efetiva medida anti-racista.
9- as cotas são inúteis porque o problema não é o acesso, senão a permanência.
Cotas e estratégias efetivas de permanência fazem parte de uma mesma política pública. Não se trata de fazer uma ou outra, senão ambas. As cotas não solucionam todos os problemas da universidade, são apenas uma ferramenta eficaz na democratização das oportunidades de acesso ao ensino superior para um amplo setor da sociedade excluído historicamente do mesmo. É evidente que as cotas, sem uma política de permanência, correm sérios riscos de não atingir sua meta democrática.
10- as cotas são prejudiciais para os próprios negros, já que os estigmatizam como sendo incompetentes e não merecedores do lugar que ocupam nas universidades.
Argumentações deste tipo não são freqüentes entre a população negra e, menos ainda, entre os alunos e alunas cotistas. As cotas são consideradas por eles, como uma vitória democrática, não como uma derrota na sua auto-estima, ser cotista é hoje um orgulho para estes alunos e alunas. Porque, nessa condição, há um passado de lutas, de sofrimento, de derrotas e, também, de conquistas. Há um compromisso assumido. Há um direito realizado. Hoje, como no passado, os grupos excluídos e discriminados se sentem mais e não menos reconhecidos socialmente quando seus direitos são afirmados, quando a lei cria condições efetivas para lutar contra as diversas formas de segregação. A multiplicação, nas nossas universidades, de alunos e alunas pobres, de jovens negros e negras, de filhos e filhas das mais diversas comunidades indígenas é um orgulho para todos eles.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

OS 10 CURSOS COM MAIORES NOTAS DE CORTE DO SISU


Sisu 2013: Medicina na UFRJ é o curso com a maior nota de corte

Estudantes convocados têm até esta terça-feira (22) para fazer matrícula

da redação | 22/01/2013 12h 55
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quarta-feira (16) a lista das 10 maiores notas de corte nos cursos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2013. As cinco mais altas foram para graduações de medicina.
O curso com a maior nota foi o de medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): na livre concorrência, a nota mínima para ser aprovado foi 820,76 pontos. Depois, vêm os cursos de medicina daUFU (Universidade Federal de Uberlândia), da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) e da UFPR (Universidade Federal do Paraná). A nota de corte para conseguir uma das vagas reservadas para cotistas de escola pública (independentemente da renda) foi a quinta mais alta.
InstituiçãoCursoVagaNota de corte
Universidade Federal do Rio de JaneiroMedicina
Ampla concorrência
820,76
Universidade Federal de UberlândiaMedicinaAmpla concorrência817,77
Universidade Federal de Ouro PretoMedicinaAmpla concorrência810,34
Universidade Federal do ParanáMedicinaAmpla concorrência810,02
Universidade Federal do Rio de JaneiroMedicinaEstudantes de escola pública independentemente da renda809,26
Universidade Federal do ParanáEngenharia de Bioprocessos e BiotecnologiaAmpla concorrência808,12
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de GoiásEngenharia Civil
Ampla concorrência
807,23
Universidade Federal do Rio de JaneiroEngenharia QuímicaAmpla concorrência807,15
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de GoiásEngenharia ElétricaEstudantes que se declararam pretos, pardos ou indígenas independentemente da renda805,95
Universidade Federal do ParanáComunicação SocialAmpla concorrência804,38
Criado pelo Ministério da Educação (MEC) para selecionar estudantes em instituições públicas com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o sistema permite localizar cursos e vagas por localidade e instituição de ensino. Os estudantes podiam se candidatar a até duas opções de curso. Estão reservadas 8.688 vagas para o sistema de cotas.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Da relação direta entre ter de limpar seu banheiro você mesmo e poder abrir sem medo um Mac Book no ônibus


Da relação direta entre ter de limpar seu banheiro você mesmo e poder abrir sem medo um Mac Book no ônibus


UPDATE: Muita gente tem lido este post como uma idealização da Holanda como um lugar paradisíaco. Nada mais longe da verdade. A Holanda não é nenhum paraíso e tem diversos problemas, muitos dos quais eu sinto na pele diariamente. O que pretendo fazer aqui é dizer duas coisas: a origem da violência no Brasil é a desigualdade social e 2, apesar da violência que gera, muita gente gosta dessa desigualdade e fica infeliz quando ela diminui, porque dela se beneficia e não enxerga a ligação desigualdade-violência. Por fim: esse post não é sobre a Holanda. A Holanda estar aqui é casual. Esse post é sobre o Brasil, minha pátria mãe.
A sociedade holandesa tem dois pilares muito claros: liberdade de expressão e igualdade. Claro, quando a teoria entra em prática, vários problemas acontecem, e há censura, e há desigualdade, em alguma medida, mas esses ideais servem como norte na bússola social holandesa.
Um porteiro aqui na Holanda não se acha inferior a um gerente. Um instalador de cortinas tem tanto valor quanto um professor doutor. Todos trabalham, levam suas vidas, e uma profissão é tão digna quanto outra. Fora do expediente, nada impede de sentarem-se todos no mesmo bar e tomarem suas Heinekens juntos. Ninguém olha pra baixo e ninguém olha por cima. A profissão não define o valor da pessoa – trabalho honesto e duro é trabalho honesto e duro, seja cavando fossas na rua, seja digitando numa planilha em um escritório com ar condicionado. Um precisa do outro e todos dependem de todos. Claro que profissões mais especializadas pagam mais. A questão não é essa. A questão é “você ganhar mais porque tem uma profissão especializada não te torna melhor que ninguém”.
Profissões especializadas pagam mais, mas não muito mais. Igualdade social significa menor distância social: todos se encontram no meio. Não há muito baixo, mas também não há muito alto. Um lixeiro não ganha muito menos do que um analista de sistemas. O salário mínimo é de 1300 euros/mês. Um bom salário de profissão especializada, é uns 3500, 4000 euros/mês. E ganhar mais do que alguém não torna o alguém teu subalterno: o porteiro não toma ordens de você só porque você é gerente de RH. Aliás, ordens são muito mal vistas. Chegar dando ordens abreviará seu comando. Todos ali estão em um time, do qual você faz parte tanto quanto os outros (mesmo que seu trabalho dentro do time seja de tomar decisões).
Esses conceitos são basicamente inversos aos conceitos da sociedade brasileira, fundada na profunda desigualdade. Entre brasileiros que aqui vêm para trabalhar e morar é comum – há exceções -  estranharem serem olhados no nível dos olhos por todos – chefe não te olha de cima, o garçom não te olha de baixo. Quando dão ordens ou ignoram socialmente quem tem profissão menos especializadas do que a sua, ficam confusos ao encontrar de volta hostilidade em vez de subserviência. Ficam ainda mais confusos quando o chefe não dá ordens – o que fazer, agora?
Os salários pagos para profissão especializada no Brasil conseguem tranquilamente contratar ao menos uma faxineira diarista, quando não uma empregada full time. Os salários pagos à mesma profissão aqui não são suficientes pra esse luxo, e é preciso limpar o banheiro sem ajuda – e mesmo que pague (bem mais do que pagaria no Brasil a) um ajudante, ele não ficará o dia todo a te seguir limpando cada poerinha sua, servindo cafézinho. Eles vêm, dão uma ajeitada e vão-se a cuidar de suas vidas fora do trabalho, tanto quanto você. De repente, a ficha do que realmente significa igualdade cai: todos se encontram no meio, e pra quem estava no Brasil na parte de cima, encontrar-se no meio quer dizer descer de um pedestal que julgavam direito inquestionável (seja porque “estudaram mais” ou “meu pai trabalhou duro e saiu do nada” ou qualquer outra justificativa pra desigualdade).
Porém, a igualdade social holandesa tem um outro efeito que é muito atraente pra quem vem da sociedade profundamente desigual do Brasil: a relativa segurança. É inquestionável que a sociedade holandesa é menos violenta do que a brasileira. Claro que aqui há violência – pessoas são assassinadas, há roubos. Estou fazendo uma comparação, e menos violenta não quer dizer “não violenta”.
O curioso é que aqueles brasileiros que queixam-se amargamente de limpar o próprio banheiro, elogiam incansavelmente a possibilidade de andar à noite sem medo pelas ruas, sem enxergar a relação entre as duas coisas. Violência social não é fruto de pobreza. Violência social é fruto de desigualdade social. A sociedade holandesa é relativamente pacífica não porque é rica, não porque é “primeiro mundo”, não porque os holandeses tenham alguma superioridade moral, cultural ou genética sobre os brasileiros, mas porque a sociedade deles tem pouca desigualdade. Há uma relação direta entre a classe média holandesa limpar seu próprio banheiro e poder abrir um Mac Book de 1400 euros no ônibus sem medo.
Eu, pessoalmente, acho excelente os dois efeitos. Primeiro porque acredito firmemente que a profissão de alguém não têm qualquer relação com o valor pessoal. O fato de ter “estudado mais”, ter doutorado, ou gerenciar uma equipe não te torna pessoalmente melhor que ninguém, sinto muito. Não enxergo a superioridade moral de um trabalho honesto sobre outro, não importa qual seja. Por trabalho honesto não quero dizer “dentro da lei” -  não considero honesto matar, roubar, espalhar veneno, explorar ingenuidade alheia, espalhar ódio e mentira, não me importa se seja legalizado ou não. O quanto você estudou pode te dar direito a um salário maior – mas não te torna superior a quem não tenha estudado (por opção, ou por falta dela). Quem seu pai é ou foi não quer dizer nada sobre quem você é. E nada, meu amigo, nada te dá o direito de ser cuzão. Um doutor que é arrogante e desonesto tem menos valor do que qualquer garçom que trata direito as pessoas e não trapaceia ninguém. Profissão não tem relação com valor pessoal.
Não gosto mais do que qualquer um de limpar banheiro. Ninguém gosta – nem as faxineiras no Brasil, obviamente. Também não gosto de ir ao médico fazer exames. Mas é parte da vida, e um preço que pago pela saúde. Limpar o banheiro é um preço a pagar pela saúde social. E um preço que acho bastante barato, na verdade.
PS. Ultimamente vem surgindo na sociedade holandesa um certo tipo particular de desigualdade, e esse crescimento de desigualdade tem sido acompanhado, previsivelmente, de um aumento respectivo e equivalente de violência social. A questão dos imigrantes islâmicos e seus descendentes é complexa, e ainda estou estudando sobre o assunto.
http://blog.daniduc.net/2009/09/14/da-relacao-direta-entre-ter-de-limpar-seu-banheiro-voce-mesmo-e-poder-abrir-sem-medo-um-mac-book-no-onibus/

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

LISTA DE REVISÃO UNESP

Férias a vista...

última lista do ano... UNESP DOMINGO E SEGUNDA!!!

agora arrumado

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

LISTA FUVEST 2ª FASE

RAÇA AI GALERA

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VEM FIM DE ANO!

domingo, 2 de dezembro de 2012

LISTA DE REVISÃO 2ª FASE UNICAMP

Agora é a hora da verdade... começando com as listas de revisão para as 2ªs fases pela UNICAMP. Vale lembrar que os conteúdos de atualidades são mais cobrados nessa etapa.

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domingo, 25 de novembro de 2012

Roda Cultural - Copa de 78

Sábado dia 24 de novembro ocorreu a RODA CULTURAL no IEDA "Bandeirantes" em Americana

E um dos trabalhos ficou tão legal que pedi para Publicar aqui no blog.

VÍDEO SOBRE A COPA DE 78 na Argentina

Parabéns Amanda Cardoso, Gabriela Morais e Isabela Cardoso
 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

LISTA FUVEST 2013

VAMOS PARA A ÚLTIMA GRANDE PROVA... O FIM DA MARATONA DAS PRIMEIRAS FASES!!!

Não pensem que a FUVEST é um monstro... pelo menos a primeira fase

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

LISTA DE REVISÃO UNESP - essa é bruta!



Mantendo a rotina monteu mais uma lista, está é das grandes. Tem todas as questões de geografia que caíram nos últimos dois ano, tanto no vestibular de verão quanto no de inverno.

Ao montar a lista pode ver alguns temas que são recorrentes como Cartografia e Quadro Físico do Brasil.
São 45 questões! Mãos a obra.

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

LISTA DE REVISÃO PARA UNICAMP 2013



A maratona que começou semana passada não para por pelo menos um mês.

A próxima grande prova é a da UNICAMP, prova que tem um nível de dificuldade mediano, e a redação ops... as redações como divisor de águas. Vamos escrever bem ai galera.
Nos links da para baixar uma lista e o gabarito.

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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Lista de Revisão ENEM

Foi rápido... nem parece que já estamos na semana do ENEM, e hora de fazer valer todo o esforço do ano.

Para comemorar vai uma listinha, com os exercícios de geografia que caíram da prova de 2010.

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Eleições na Venezuela: Chávez pode ficar 20 anos no poder


 Hugo Chávezfoi reeleito presidente da Venezuela no domingo (7 de outubro). Há 14 anos no cargo e agora no quarto mandato consecutivo, o líder socialista pode permanecer no poder até 2019, totalizando duas décadas.

As eleições presidenciais deste final de semana foram consideradas as mais disputadas dos últimos anos. Chávez foi eleito com 54,84% dos votos, contra 44% de seu adversário, o moderado Henrique Capriles. Em comparação, nas eleições passadas, em 2006, Chávez venceu com 62,8%.
A campanha dos candidatos dividiu o país. De um lado estava a parcela mais pobre da população que, beneficiada com programas sociais, formou a ala dos “chavistas”. Do outro, venezuelanos da classe média, empresários e investidores (prejudicados pelas políticas trabalhistas e pelas desapropriações de terras) apostavam no rival.
O resultado, porém, confirmou a longevidade política de Chávez. Ele é o presidente há mais tempo na função em toda a América Latina. Essa permanência, rara em regimes presidencialistas, se deve à sua alta popularidade, conquistada por projetos sociais financiados pelo petróleo e por mudanças na Constituição do país.
Ao ser eleito em 1999, Chávez iniciou a “revolução bolivariana”, criando um governo populista de esquerda que nacionalizou a economia, concentrou poderes no Estado e perseguiu adversários políticos. Seu governo também foi marcado pelo antagonismo com os Estados Unidos, durante o governo de George W. Bush (2001-2009), e alinhamento com países socialistas, como Cuba e China.
No primeiro mandato (1999-2000), Chávez fez um referendo para convocar uma Assembleia Constituinte. As mudanças na Constituição aumentaram os poderes do presidente e de intervenção do Estado. Por conta dessas alterações, foram convocadas novas eleições em 2000, nas quais Chávez foi reeleito.
Golpe de Estado
O segundo mandato (2000-2006) começou com medidas polêmicas, de estatização da economia e expropriação de terras. Em abril de 2002, o presidente viveu o momento mais dramático de sua vida política quando, após uma sucessão de greves, sofreu um golpe de Estado que o afastou do cargo por quase dois dias.
Em 2006, Chávez foi reeleito para um terceiro mandato (2006-2013). Em 2009, ele conseguiu aprovar a emenda constitucional que permite a reeleição ilimitada para alguns cargos públicos, incluindo o de presidente. O limite estabelecido pela Constituição venezuelana era de 12 anos, ou dois mandatos consecutivos de seis anos cada.
Já em 2010, Chávez viu cair sua popularidade diante de três medidas polêmicas: a desvalorização da moeda local, os planos de racionamento de energia e o cancelamento da transmissão de canais de TV a cabo. Entre as emissoras fechadas estava a Radio Caracas Televisión Internacional (RCTVI), que havia apoiado a tentativa de golpe oito anos atrás.
A despeito das turbulências no governo, da pressão de países ocidentais que o acusam de autoritarismo e da crise econômica, o programa socialista de Chávez garantiu melhorias nas áreas de saúde e habitação, antes consideradas críticas.
Petróleo
Como resultado, a Venezuela é hoje o país com menor índice de desigualdade na América Latina. Segundo a ONU, o índice de Gini é de 39,0. Esse índice serve de parâmetro internacional para medir a desigualdade: quanto mais próximo de 100, maior ela é. Para efeito de comparação, o índice de Gini do Brasil é de 51,9.
Outro dado, fornecido pelo Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, na sigla em espanhol), aponta que a taxa de pobreza no país passou de 49% em 1999 para 29% em 2010.
Os gastos públicos do socialismo bolivariano – tendência ideológica baseada nas ideias do líder revolucionário Simón Bolívar (1783-1830) – são financiados pela exportação de petróleo.
A Venezuela é hoje o país com a maior reserva de petróleo do mundo, ultrapassando a Arábia Saudita. Isso confere também uma vantagem estratégica a Chávez, que conquistou aliados na região fornecendo o produto a preços mais baratos. Assim, o presidente venezuelano tornou-se expoente de uma “virada à esquerda” na América Latina, que inclui Cuba, Nicarágua, Honduras, Bolívia, Peru (até 2011) e Equador.
Mas nem todos os problemas sociais foram sanados na Venezuela. Um dos desafios do quarto mandato de Chávez é a criminalidade. O país possui hoje uma das maiores taxas de homicídio da América do Sul: 48 mortes para cada 100 mil habitantes (dados extraoficiais apontam 57 homicídios para cada 100 mil pessoas). No Brasil, a taxa é de 26,2 por 100 mil habitantes.
Câncer
A saúde, contudo, é o maior inimigo do presidente. Chávez, 58 anos, teve um câncer diagnosticado em junho de 2011. Ele fez tratamento em Cuba, mas sofreu uma recaída em fevereiro deste ano. Como as informações sobre o estado de saúde do presidente são tratadas com sigilo, ninguém sabe ao certo a gravidade ou se ele conseguirá cumprir o próximo mandato.
De qualquer modo, as eleições na Venezuela e, sobretudo, seu resultado retratam uma tendência de governos de esquerda na América Latina que ressurgiram com Chávez. Trata-se de uma esquerda mais radical, que destoa das modernas democracias na medida em que flerta tanto com o populismo, presente em programas assistencialistas, quanto com o autoritarismo, implícito em projetos de permanência no poder.

FIQUE LIGADO

Quando se fala no papel de Hugo Chávez na história recente da Venezuela, é bom ter em mente os limites entre a ideia de democracia e de ditadura, que o personagem procura flexibilizar. Também é importante conhecer a noção de blocos econômicos e união aduaneira, tendo em vista a entrada da Venezuela no Mercosul.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Câmara oficializa expediente de terça a quinta-feira


A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira 17 projeto de resolução que altera dispositivos do Regimento Interno da Casa para oficializar as sessões de segundas e sextas-feiras como reuniões apenas de debates. Antes, a Câmara promovia, nesses dias, sessões não deliberativas, sem votações, mas que poderiam ser transformadas em sessões ordinárias deliberativas.
Desta forma, a Câmara torna oficial o expediente de terça-feira a quinta-feira, que é a praxe dos deputados federais. A votação se deu de forma simbólica, de modo a evitar que os deputados precisassem identificar individualmente cada voto.
O presidente da Câmara tinha a prerrogativa de transformar qualquer sessão em uma de debates, o que, na prática, sempre ocorreu às segundas e sextas-feiras. Com a mudança, para a realização de votações nesses dias, será necessária a convocação de sessão extraordinária. No Senado, desde 1995, as sessões não deliberativas também ocorrem às segundas e sextas-feiras.
De acordo com o presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), a alteração visa a adequar o regimento às regras constitucionais. Na opinião do líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), a medida contribui para desgastar ainda mais a imagem do Congresso Nacional. “Oficializa a gazeta. Agora, o deputado oficialmente só precisa trabalhar de terça a quinta-feira. Em vez de dar instrumentos moralizadores, aprovam-se instrumentos para desmoralizar ainda mais a instituição”, declarou.
Maia lembrou que a atuação dos deputados não ocorre apenas quando eles dão presença em Plenário, mas também em seus estados, quando retornam às bases eleitorais. “O deputado Rubens Bueno deveria se informar sobre o funcionamento do Parlamento em outros países, porque o Legislativo brasileiro é um dos poucos que funciona cinco dias por semana durante o ano todo”, disse.
Com informações da Agência Brasil e da Agência Câmara

Falta de chuva faz ONS ligar térmicas a óleo e diesel; conta deve encarecer

Clima poluído e seco na região central de São Paulo
O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) determinará hoje o acionamento de térmicas movidas a óleo combustível e diesel em todo o país para suprir uma carga de 2.100 MW médios que deixarão de ser fornecidas pelas hidrelétricas ao sistema.
A razão para essa decisão está no atraso das chuvas. O ONS só determina o acionamento destas térmicas quando a situação é crítica.

O custo por MWh (megawatt hora) gerado nessas usinas pode variar entre R$ 400 e R$ 500, muito acima das térmicas a gás natural, que também já foram ligadas para tentar frear a queda dos reservatórios do sistema elétrico brasileiro.
Não deve faltar energia, mas os consumidores devem sentir os efeitos desse custo no ano que vem, quando as distribuidoras responsáveis pelo fornecimento da energia que consumimos receberem o reajuste das tarifas.
No alto verão --quando há abundância de água nos reservatórios--, as hidrelétricas produzem energia a um custo inferior a R$ 50 por MWh, mas isso não está ocorrendo neste momento.
Com o atraso das chuvas, o PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) --índice utilizado pelo operador do sistema elétrico para precificar o custo da geração a partir da oferta de energia disponível nas hidrelétricas-- atinge agora níveis superiores a R$ 300 por MWh.
Como aumentou o risco de déficit no sistema, o operador determinou o acionamento das térmicas a óleo combustível. O ONS disse que o sistema de reservatórios de hidrelétricas no Sudeste e Centro Oeste tem déficit de 11,5% acima da CAR (Curva de Aversão ao Risco).
Essa "curva de aversão" foi criada para calcular qual é o tamanho do déficit de hidrelétricas no SIN (Sistema Interligado Nacional). Hoje, esse risco não deveria superar 5% no sistema. No Nordeste, a curva está 5,3% acima do nível meta.
Desde setembro, o ONS sentiu a necessidade de ligar as térmicas a óleo, mas retardou a decisão para evitar custos excessivos aos consumidores. Agora, alega que não tem mais como esperar.
À ESPERA DAS CHUVAS
A expectativa agora é pela chegada das chuvas para a recomposição dos reservatórios. No Sudeste e Centro-Oeste, o conjunto de reservatórios das hidrelétricas está com 41,8% de sua capacidade.
No Nordeste, os reservatórios têm neste momento um volume equivalente a 37,4% de sua capacidade. No Sul, as hidrelétricas estão com uma reserva de 38% e, no Norte, de 46%.
Até o final do verão, em março de 2013, as chuvas terão de recompor essas reservas para que o país consiga cruzar o próximo período seco, entre abril e outubro.
Se as chuvas, porém, frustrarem as expectativas, o país terá de manter ligadas as térmicas por mais tempo, o que afetará as tarifas de energia em 2013. Quando isso ocorreu, em 2008, o custo repassado aos consumidores foi de quase R$ 3 bilhões.
Uma situação como essa tem potencial de reduzir os efeitos do corte tarifário que o governo está prometendo para janeiro quando as novas regras do setor elétrico entrar em vigor.
Com a MP 579, em discussão no Congresso Nacional, o governo autorizou a renovação das concessões por mais 20 anos, mas quer em troca uma redução média de 20% na conta de luz
dos consumidores brasileiros.
A necessidade de maciça geração térmica pode, se alongado por muito tempo, comprometer esse plano do governo. O país saberá qual o tamanho da conta das térmicas apenas em 2013, após o período das chuvas.
A torcida do ONS é que o céu seja generoso.



onte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1171170-falta-de-chuva-faz-ons-ligar-termicas-a-oleo-e-diesel-conta-deve-encarecer.shtml













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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

SLIDES - Atividade Industrial

Slides usados em aula

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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Unifesp abre inscrições para o sistema de seleção misto 2013; Enem é obrigatório


Unifesp abre inscrições para o sistema de seleção misto 2013; Enem é obrigatório

Do UOL, em São Paulo
Comentários1
A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) abre às 16h desta segunda-feira (24) as inscrições para o sistema misto de seleção do vestibular 2013. Os candidatos precisam estar inscritos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012. O cadastro deve ser realizado no site www.vestibular.unifesp.br, até as 16h do dia 26 de outubro. A taxa custa R$ 98. Veja o edital:

O sistema misto de seleção utilizará as notas do Enem 2012 como uma das provas do processo seletivo, compondo um terço de seu valor. Confira no quadro os cursos que fazem parte desse sistema:
Campus / Curso / Turno / Nível / DuraçãoNº de vagas
Campus Diadema - Ciências ambientais (bacharelado) - integral - 8 semestres50
Campus Diadema - Ciências biológicas (bacharelado) - integral - 8 semestres50
Campus Diadema - Engenharia química (bacharelado) - integral - 10 semestres50
Campus Diadema - Engenharia química (bacharelado) - noturno - 12 semestres50
Campus São Paulo - Ciências biológicas - modalidade médica (bacharelado) - integral - 4 anos33
Campus São Paulo - Enfermagem (bacharelado) - integral - 4 anos88
Campus São Paulo - Fonoaudiologia (bacharelado) - integral - 4 anos36
Campus São Paulo - Medicina (bacharelado) - integral - 6 anos121
Total478
O vestibular 2013 da universidade será realizado por dois sistemas de seleção: o sistema universal e o sistema de cotas. Todos os candidatos que se inscreverem para o vestibular 2013 estarão concorrendo pelo sistema universal, independentemente de fazerem a opção pelo sistema de cotas.
Podem se candidatar ao sistema de cotas os estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio na rede pública de ensino, sendo 50% destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita, e parte destas distribuídas aos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas.

Provas

As provas do sistema misto de seleção serão feitas a partir do Enem, que acontece nos dias 3 e 4 de novembro. E nos dias 13 14 de dezembro acontecem as provas do vestibular.
  • Prova de língua portuguesa, língua estrangeira e redação;
  • prova de conhecimentos específicos.

A primeira chamada será divulgada dia 29 de janeiro de 2013. Após essa data, os candidatos que estiverem na lista de espera deverão declarar interesse por vaga para continuar concorrendo às chamadas seguintes.
Outras informações podem ser obtidas no site da universidade.
As informaçoes foram fornecidas pela instituiçao e podem ser alteradas por ela sem aviso prévio. É recomendável confirmar datas e horários no site oficial.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Lista Clima, Vegetação e Relevo

Lista para o 1º ano do Fundamentum, mas serve para qualquer um que quiser estudar.

Para baixar a lista clique aqui

Para baixar o gabarito clique aqui

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Cartões de confimação do Enem serão distribuídos a partir do dia 10


Estudantes podem imprimir documento, que contém o local e a sala de provas, pelo site do exame. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 4 de novembro

Os candidatos que se inscreveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) receberão os cartões de confirmação a partir do dia 10, próxima quarta-feira.
O documento que será enviado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) contém o número de inscrição do candidato, data, hora e local onde ele fará as provas. Além disso, possui quais atendimentos diferenciados ou específicos foram solicitados pelo candidato, a opção de língua estrangeira e a solicitação de certificação, quando for o caso. Por isso, é importante levá-lo no dia da aplicação do exame.
Até 25 de outubro, todos os cartões devem ser entregues aos estudantes pelos Correios. Mas quem preferir pode imprimir o cartão de confirmação pelo site do Enem. Mais de 5,7 milhões de candidatos farão as provas, que serão aplicadas nos dias 3 e 4 de novembro.  
Os estudantes que tiverem qualquer dificuldade com os documentos pode ligar na central de atendimento do Ministério da Educação (0800-616161).
fonte: IG

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

FUVEST - 2º maior número de inscritos da história!


A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), que seleciona alunos para a USP (Universidade de São Paulo) e para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, recebeu 159.603 inscrições para o vestibular 2013. O número representa um aumento de 11% em relação ao ano passado, quando foram recebidas 146.892 inscrições. 
Segundo a assessoria de imprensa da Fuvest, o número de inscritos no vestibular 2013 é o segundo maior da história da instituição, ficando atrás somente do ano de 2006, que teve 170.474 participantes - nesse ano, a Academia de Polícia Militar do Barro Branco ainda fazia parte do vestibular da Fuvest.
A concorrência para todos os cursos do vestibular 2013 será divulgada após os resultados das provas de habilidades específicas antecipadas. 
Vagas
O Conselho Universitário da USP aprovou em junho a tabela de vagas do vestibular 2013 da Fuvest e elevou em 130 o número de cadeiras a serem disputadas já na prova deste ano.
Estarão em jogo 10.982 vagas para a USP, além de 100 vagas para o curso de medicina da Santa Casa, totalizando 11.082 vagas.
As mudanças atingem principalmente a Escola Politécnica: o curso de engenharia de petróleo, em Santos, oferecerá mais 40 vagas, elevando o total a 50; já o de engenharia de minas, na capital, oferecerá mais 30, totalizando 40.
No ano passado, o curso de ciências biológicas em Ribeirão Preto já havia sofrido modificações curriculares e de cadeiras, passando a oferecer, em 2013, 60 vagas (20 a mais do que no ano passado). A elas, soma-se o novo curso de bacharelado em administração, em Piracicaba, com 40 vagas diurnas.
Este ano as provas serão realizadas em 26 municípios do estado de São Paulo: Capital, Diadema, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Barretos, Bauru, Campinas, Franca, Jundiaí, Lorena, Marília, Mogi Mirim, Piracicaba, Pirassununga, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sorocaba e Taubaté.

Calendário da Fuvest 2013

Prova de habilidades específicas antecipadas para música/SP e artes visuais14/10/2012 a 19/10/2012
Aprovados na prova de habilidades específicas05/11/2012
Locais do exame da 1ª fase19/11/2012
1ª Fase25/11/2012
Convocados e locais de exame da 2ª fase17/12/2012
2ª Fase06/01/2013 a 08/01/2013
Prova de habilidades específicas09/01/2013 a 11/01/2013
1ª chamada02/02/2013

Provas

A primeira fase será no dia 25 de novembro, com início às 13h. A prova é composta por 90 questões de múltipla escolha, sendo o conteúdo das disciplinas do núcleo comum obrigatório do ensino médio: português, história, geografia, matemática, física, química, biologia, inglês, e algumas questões interdisciplinares. A duração da prova será de cinco horas.
Na segunda fase os candidatos realizarão três provas analítico-expositivas, obrigatórias para todos os inscritos convocados, e acontecerá entre 6 e 8 de janeiro de 2013. A primeira prova é composta por uma redação e dez questões de interpretação de textos, gramática e literatura. Já na segunda, os candidatos realizarão as provas de história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês.
Por fim, os candidatos realizarão a terceira prova, composta pelas disciplinas de acordo com o curso escolhido.
A Fuvest alerta que, a partir de 1º de janeiro de 2013, estarão em vigor as normas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – Decreto 6583, de 29/09/08.
A primeira chamada está prevista para 2 de fevereiro de 2013. Outras informações podem ser obtidas no site da Fuvest.
As informaçoes foram fornecidas pela instituiçao e podem ser alteradas por ela sem aviso prévio. É recomendável confirmar datas e horários no site oficial.